Lula busca se afastar de Moraes enquanto STF avalia investigação
Planalto considera necessário apurar vínculos do ministro com Daniel Vorcaro e orienta presidente a defender o STF como instituição.
Planalto considera necessário apurar vínculos do ministro com Daniel Vorcaro e orienta presidente a defender o STF como instituição.
Em defesa apresentada ao STF, ministro afirma que não há mensagens de sua autoria e contesta a condução da investigação por André Mendonça.
Candidatos criticaram o Supremo antes de sessão extraordinária sobre caso envolvendo Alexandre de Moraes e Daniel Vorcaro.
Sessão desta terça-feira analisa suspeitas envolvendo Alexandre de Moraes e Daniel Vorcaro, controlador do Banco Master.
Interrupção da fala de Dias Toffoli gerou advertência de Fachin a Flávio Dino durante análise de possível investigação contra Moraes.
Ministro alegou foro íntimo ao se afastar da votação sobre a validade de relatório da Polícia Federal ligado ao Banco Master.
Candidato do PL afirma que, se eleito, não tentará novo mandato em 2030 e associa proposta a críticas ao governo Lula e ao Supremo.
Senador afirmou que o presidente Lula dividiu poder com Alexandre de Moraes e acompanha o julgamento em Fortaleza.
Presidente do Supremo afirmou que decisão sobre relatório da PF cabe ao Plenário e defendeu sensatez, decoro e serenidade.
Ministro alegou impedimento por presidir o TSE e disse nunca ter trocado mensagens com Daniel Vorcaro.
Jason Miller publicou duas montagens com o ministro do STF e relacionou as imagens ao caso Banco Master.
Mensagens apreendidas pela PF também citam viagens privadas de Nunes Marques e cobrança sobre uma mulher apresentada ao banqueiro.
Decisão do STF também cita reuniões de André Mendonça, contratos do Instituto Iter e apurações sobre fundos imobiliários funerários.
Gravação foi feita em São Paulo após críticas do ministro à posição do governo brasileiro no conflito entre Israel e Hamas.
Ministro afirma que instituto fundado por André Mendonça recebeu contrato de R$ 380.000,00 da Prefeitura de São Paulo.
Ministro afirma que medidas adotadas na apuração seguiram supervisão judicial e explica convocação de delegados da PF ao gabinete.
Criminalistas consideram legítimo o acesso às provas, mas questionam Zanin ter recorrido diretamente à Polícia Federal, sem passar pela relatoria ou pela Presidência do STF.
Mensagens analisadas na Operação Transparência indicam, segundo a PF, tentativa de tratar de processos com o ministro do STF.
Ministros devem discutir a validade de provas da PF e o afastamento da cúpula da corporação no caso Banco Master.
Decisão de Dino cita contratos de honorários e cessão de crédito ligados a Cezinha de Madureira e duas advogadas.