Gilmar diz que posição contra precatórios contrariou dono do Banco Master
Ministro confirmou encontro com Daniel Vorcaro e afirmou que votou contra interesses ligados ao banqueiro em processos no STF.
Ministro confirmou encontro com Daniel Vorcaro e afirmou que votou contra interesses ligados ao banqueiro em processos no STF.
Presidente citou Moraes e Toffoli, disse que o caso pode respingar na eleição e responsabilizou Bolsonaro pela criação do banco.
Ministro afirmou que reunião ocorreu no gabinete, com advogados do banco, e negou envolvimento em tratativas privadas do empresário.
Ministro afirmou que mensagens extraídas pela PF mencionam outros magistrados e defendeu notificações e processos administrativos.
Advogados citam pedido de vista de Flávio Dino e dizem que o banqueiro não pode ficar preso sem prazo definido.
Auditoria do BRB identificou os pagamentos; PF investiga o contrato, mas não encontrou menções a ministros do STF nos diálogos.
Apuração do Gaeco aponta suspeitas sobre recursos para eventos culturais em São Paulo; deputado e investigados negam irregularidades.
Ministro contestou a apuração da PF determinada por André Mendonça, mas já adotou posições distintas em casos sob sua relatoria no STF.
Ministro defendeu Paulo Gonet e afirmou que a divulgação de conversas expôs o procurador-geral sem fundamento; Mendonça rebateu em nota.
Pedido de investigação foi anexado ao inquérito que apura possível crime contra a soberania nacional envolvendo Eduardo Bolsonaro.
Candidato à Presidência também propôs idade mínima de 60 anos para indicados ao Supremo e análise prévia da vida pregressa.
O candidato afirmou que indicará a médica para comandar a Saúde e a ex-PGR para uma vaga no STF caso seja eleito.
Candidato do Missão defendeu mudanças no Supremo, coalizão no Congresso, revisão das emendas e nova reforma da Previdência.
Candidato do Missão também defendeu mudanças na escolha de ministros e limites para decisões individuais da Corte.
Em Aparecida de Goiânia, o candidato afirmou esperar que o STF autorize a investigação do ministro Alexandre de Moraes.
Candidato à Presidência afirmou que os bate-bocas entre ministros constrangem o país e defendeu a saída de Alexandre de Moraes da Corte.
Candidato do Avante também pediu julgamento público e rápido para suspeitos e propôs auditoria na máquina pública e redução dos juros.
Candidato do Avante defendeu julgamentos públicos e rápidos no caso Master e propôs auditoria e redução responsável dos juros.
Candidato da Missão defendeu afastamento de ministros investigados e prometeu limitar poderes e vínculos privados do Judiciário.
Representação à PGR afirma que senador tentou obter classificação do PCC e do Comando Vermelho como organizações terroristas.