Londrina, Terça-feira, 29 de setembro de 2026
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Caiado critica andamento no STF e defende investigação contra Alexandre de Moraes

Candidato à Presidência também propôs idade mínima de 60 anos para indicados ao Supremo e análise prévia da vida pregressa.

Caiado considera que STF está em 'fase procrastinatória' e pede abertura de investigação contra Alexandre de Moraes
Foto: Vinícius Silva/g1 Goiás

O candidato à Presidência Ronaldo Caiado (PSD) defendeu a abertura de uma investigação contra o ministro Alexandre de Moraes e criticou o andamento de uma votação no Supremo Tribunal Federal (STF). A declaração foi dada nesta terça-feira (15), durante entrevista coletiva.

Caiado afirmou que a Corte atravessa uma "fase procrastinatória" ao comentar a análise de uma questão de ordem que pode reunir processos para julgamento conjunto. A votação preliminar, na avaliação do candidato, posterga a discussão central dos casos.

"Tem que se aguardar essa decisão", disse Caiado. Ele acrescentou que a questão de ordem trata da junção dos processos para julgamento no dia 23 e que, por isso, o Supremo ainda estaria nessa etapa.

Mudanças nas regras do Supremo

O candidato também propôs uma alteração na Constituição para tornar mais rígida a escolha de ministros do STF. Entre as medidas defendidas está a exigência de idade mínima de 60 anos para os indicados, além de um histórico profissional reconhecido.

Caiado afirmou ainda que a vida pregressa dos candidatos deveria ser analisada antes do envio do nome pelo Executivo. A avaliação, segundo a proposta, seria feita por órgãos como o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), a Receita Federal e a Polícia Federal.

Ao ampliar as críticas ao cenário institucional, o candidato classificou o momento do país como de "degradação moral completa". Ele relacionou a deterioração do regime democrático à falta de posicionamento de lideranças e ao envolvimento de figuras públicas em escândalos.

Na avaliação de Caiado, problemas sociais como violência, criminalidade e endividamento acabam ficando em segundo plano. Ele também afirmou que, em um eventual mandato, respeitaria a Constituição na relação entre o Palácio do Planalto e o Supremo.

O candidato citou sua atuação à frente do governo de Goiás como referência e defendeu que a harmonia entre os poderes seja conduzida pela autoridade moral do governante e pela recusa a negociações políticas espúrias.

Texto produzido pela Redação Ponto de Hoje com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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