De desfile cívico a palanque: o uso político do 7 de Setembro no governo Bolsonaro
Entre 2019 e 2022, as comemorações da Independência foram associadas a mobilização eleitoral, ataques ao STF e questionamentos sobre o sistema eleitoral.
Entre 2019 e 2022, as comemorações da Independência foram associadas a mobilização eleitoral, ataques ao STF e questionamentos sobre o sistema eleitoral.
Manifestantes exibiram símbolos dos Estados Unidos e pediram intervenção de Donald Trump, enquanto políticos concentraram ataques em Alexandre de Moraes.
Governador afirmou que manifestação reuniu público importante e pediu união do Supremo para apurar revelações sobre Alexandre de Moraes.
Manifestação reuniu apoiadores, candidatos e aliados do senador, com críticas a Lula e Alexandre de Moraes e defesa de André Mendonça.
Manifestações do 7 de Setembro destacaram críticas a Alexandre de Moraes e apoio a André Mendonça, enquanto Lula e Flávio aparecem empatados.
Manifestações foram registradas em Brasília, São Paulo e outras cidades; críticas também atingem o ministro do STF.
Discurso combinou críticas ao ministro, defesa do Supremo e referências à trajetória de Jair Bolsonaro na campanha presidencial.
Evento na Esplanada dos Ministérios teve presença de autoridades e manifestações de apoiadores antes da chegada de Lula.
Flávio Bolsonaro discursou contra Alexandre de Moraes, enquanto candidatos e aliados disputaram espaço no trio elétrico durante o ato.
Lula fez apelos pessoais para reunir chefes do STF e do Senado, enquanto um conflito entre PF e AGU permaneceu visível na tribuna.
Apoiadores ocuparam a Avenida Paulista, enquanto Lula participou do desfile em Brasília e Augusto Cury discursou no Rio de Janeiro.
Senador usou uma live no Instagram para convocar apoiadores e voltou a criticar Alexandre de Moraes, ministro do STF.
Presidente defenderá união nacional em Brasília, enquanto senador levará críticas ao STF para ato na Avenida Paulista.
Candidato do Novo à Presidência marcou manifestação para 7 de Setembro, com chegada prevista para 9h20.
Presidenciáveis programam desfile institucional, comício contra o Supremo e caminhada no Rio para mobilizar eleitores antes do primeiro turno.
Mensagem presidencial terá 3 minutos e 43 segundos e será transmitida neste domingo (6), às 20h30, em rádio e televisão.
Pronunciamento de três minutos e quarenta e três segundos será exibido na noite deste domingo, 6, após autorização do tribunal.
Presidente falará sobre soberania, livre comércio e temas sociais antes de participar do desfile cívico-militar em Brasília.