Saída de Salles vira argumento para unir direita contra o PT no primeiro turno
Governador de São Paulo defendeu que Zema e Caiado avaliem um gesto em favor da candidatura de Flávio Bolsonaro à Presidência.
Governador de São Paulo defendeu que Zema e Caiado avaliem um gesto em favor da candidatura de Flávio Bolsonaro à Presidência.
Governador de São Paulo chamou de oportunismo eleitoral a decisão anunciada nove dias antes da eleição e defendeu ação anterior contra o jogo.
Em Ribeirão Pires, governador defendeu candidaturas ao Senado, apoiou Flávio Bolsonaro e retirou crítica ao PT de propaganda eleitoral.
Planos dos candidatos priorizam alfabetização, ensino integral, formação profissional e valorização dos professores, mas divergem sobre escolas cívico-militares.
Governador de São Paulo defendeu um Senado forte e disse estar fechado com o deputado federal durante ato na Avenida Paulista.
Alencar Santana quer incluir no inquérito informações sobre doações eleitorais e supostos pagamentos ligados ao Credcesta.
Governador tem 49% no primeiro turno e aparece à frente do petista também em uma eventual segunda rodada.
Governador afirmou que manifestação reuniu público importante e pediu união do Supremo para apurar revelações sobre Alexandre de Moraes.
Governador afirmou que o tribunal deve se unir para apurar as revelações e defendeu senadores de direita nas eleições deste ano.
Evento reuniu Tarcísio de Freitas, Silas Malafaia, Nikolas Ferreira e Ricardo Nunes em discursos contra o ministro do STF.
Governador defendeu André Mendonça e afirmou que a credibilidade das instituições depende de transparência, investigação e responsabilização.
Governador recebeu recursos de 35 doadores; Haddad soma R$ 15 mil, mas os dois têm caixas totais próximos.