Londrina, Terça-feira, 29 de setembro de 2026
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Países europeus anunciam restrições ao comércio com assentamentos na Cisjordânia

França, Reino Unido e outros países afirmam que pretendem limitar relações comerciais com assentamentos israelenses considerados ilegais pelo direito internacional.

Países europeus anunciam restrições ao comércio com assentamentos na Cisjordânia

A França e outros países anunciaram a intenção de impor restrições ao comércio de mercadorias com assentamentos israelenses na Cisjordânia. A declaração foi feita nesta terça-feira (8) pelo ministro das Relações Exteriores francês, Jean-Noel Barrot.

França, Reino Unido, Canadá, Dinamarca, Espanha, Irlanda, Islândia, Portugal, Finlândia, Suécia, Noruega e Polônia confirmaram a intenção de adotar medidas nacionais e apoiar eventuais restrições europeias. O alvo são mercadorias provenientes de assentamentos considerados ilegais sob o direito internacional.

Apoio da Turquia

A Turquia informou que apoia a iniciativa e pretende manter os esforços para a criação de um Estado palestino independente dentro das fronteiras de 1967, com Jerusalém Oriental como capital. A posição foi divulgada pelo Ministério das Relações Exteriores turco.

O tema ocorre em meio à expansão de projetos habitacionais israelenses na Cisjordânia. Em setembro de 2025, o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, aprovou um projeto para construir milhares de unidades habitacionais na área de Mevaseret Adumim. A proposta ligará Maale Adumim a Jerusalém, em uma medida descrita no texto como contrária à integridade territorial palestina.

Em agosto de 2026, autoridades israelenses anunciaram uma licitação para o projeto. A colonização israelense na Cisjordânia permanece entre os principais pontos de conflito com a comunidade internacional e a Autoridade Palestina, que considera a política uma forma de consolidar o Estado judeu em territórios palestinos.

Texto produzido pela Redação Ponto de Hoje com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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