Londrina, Terça-feira, 29 de setembro de 2026
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Irã mantém oferta de diálogo enquanto EUA preservam opção militar

Masoud Pezeshkian afirmou na ONU que Teerã aceita negociar, mas rejeita conversas sob ameaça ou linguagem de força.

Irã mantém oferta de diálogo enquanto EUA preservam opção militar

O presidente do Irã, Masoud Pezeshkian, afirmou na Assembleia Geral da ONU que o país continua disposto a negociar, mas não aceitará diálogo conduzido sob ameaça. A declaração ocorreu após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, mencionar a possibilidade de um acordo ou da destruição da República Islâmica como desfechos para o impasse entre os dois países.

Em discurso na quarta-feira (23), Pezeshkian criticou as sanções e a pressão militar dos Estados Unidos. O presidente iraniano disse que o país resistiu aos ataques e que a pressão externa aumentaria a determinação da população. “pronto para o diálogo, a diplomacia e as negociações, sem aceitar a linguagem da força”, afirmou.

A posição foi apresentada enquanto representantes dos dois países mantinham contatos diplomáticos em Nova York. O secretário de Estado americano, Marco Rubio, declarou que um acordo exigiria trabalho prolongado e que as opções militares dos Estados Unidos continuavam disponíveis.

Negociações seguem sem acordo

Os contatos ocorreram por meio de mediadores, segundo o enviado americano Steve Witkoff. Trump, por sua vez, descreveu uma reunião entre representantes dos Estados Unidos e autoridades iranianas. As versões divergem também sobre o formato das conversas.

Entre os temas relacionados às negociações estão o bloqueio naval americano, os ativos iranianos congelados e a circulação pelo estreito de Ormuz, passagem estratégica para o comércio de petróleo. Nenhum entendimento foi anunciado após os contatos.

Pezeshkian também defendeu a cooperação regional e afirmou que nenhum país da região alcançará segurança isoladamente. As declarações na ONU indicam que Teerã aceita manter o canal diplomático aberto, enquanto Washington sinaliza interesse em um acordo e preserva a possibilidade de empregar a força.

Texto produzido pela Redação Ponto de Hoje com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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