Londrina, Terça-feira, 29 de setembro de 2026
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As receitas e bebidas escolhidas pelos vencedores do Prêmio Paladar 2026

Pratos, processos e drinques foram apontados pelos vencedores como símbolos de suas trajetórias até o TOP 10.

As receitas e bebidas escolhidas pelos vencedores do Prêmio Paladar 2026
Foto: Tiago Queiroz/Estadão

O Prêmio Paladar 2026 revelou o TOP 10 nas categorias bares, restaurantes e destaques do ano. Depois da cerimônia realizada no dia 31 de agosto, os vencedores foram convidados a indicar o prato, a bebida ou o processo que melhor representava o caminho até o reconhecimento.

As escolhas reuniram receitas marcantes, técnicas desenvolvidas ao longo do tempo e clássicos de balcão. Veronica Kim, eleita a melhor confeiteira de 2026, apontou o mil-folhas com baunilha, doce que se tornou sua marca registrada. Foram ao menos três anos de estudos e testes até chegar ao preparo que considera ideal, mantido como referência mesmo após nove anos de trabalho.

Rhaiza Zanetti, chef do Miyabi e vencedora na categoria chef revelação, escolheu o chawanmushi de ervilha. O prato representa uma mudança em sua trajetória e ganhou novas referências depois de uma viagem ao Japão.

Entre os restaurantes, Bel Coelho, do Clandestina, indicou o guioza de pato com tucupi, feito com caldo de mandioca brava. Caio Yokota e Victor Valadão, do Aiô, escolheram a salada de tomate, prato que, segundo os chefs, surpreende quem visita a casa pela primeira vez.

Léo Akira, eleito padeiro do ano, preferiu destacar um processo: a fermentação com koji, que se tornou sua assinatura nos pães. Marcelo Fonseca, sommelier do Evvai e escolhido como destaque do ano, não indicou um vinho específico. Para ele, a vontade de provar, descobrir e continuar aprendendo é o que melhor resume sua escolha.

Mara Salles, personalidade do ano, Helena Rizzo e Tássia Magalhães, do Nelita, não conseguiram selecionar uma única receita e resumiram suas trajetórias ao conjunto da obra.

Os drinques escolhidos pelos bares

Entre os bares, as escolhas foram mais específicas. Fábio Dias, do Fel, apontou o dry martini. Alê D’Agostino, do Coda, também escolheu o martini, associado por ele ao amor pela profissão e pelo balcão.

Maurício Porto e Alisson Oliveira, do Caledônia, indicaram o uísque. A bebida foi o ponto de partida da casa e passou a integrar o trabalho de aproximação do público com suas possibilidades nos coquetéis.

Stephanie Marinkovic e Danilo Rodrigues, do Fifty Fifty, escolheram o próprio Fifty Fifty, uma versão de martini feita em partes iguais. No Boca de Ouro, Arnaldo Hirai indicou o Macunaíma, criado em 2014 com cachaça, Fernet-Branca, limão e açúcar. O coquetel passou a ser preparado também em bares de outros lugares do mundo.

Thiago Bañares, do Tan Tan, primeiro colocado entre os bares, respondeu água. A justificativa foi direta: para beber muitos coquetéis, é preciso beber muita água. “Equilíbrio é fundamental”, disse.

Texto produzido pela Redação Ponto de Hoje com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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