A nova geração do BYD Dolphin Mini terá banco do motorista com função de massagem, compartimentos de armazenamento sob os assentos traseiros e saída de ar ajustável para os passageiros da segunda fileira. O hatch foi apresentado para o mercado chinês e deverá conviver com a geração atual no país.
O modelo também passou por mudanças estruturais para competir com o Geely EX2. Agora, tem 4,20 m de comprimento, 1,81 m de largura e 1,57 m de altura. O entre-eixos aumentou de 2,50 m para 2,65 m. No Brasil, o Dolphin Mini vendido atualmente mede 3,78 m de comprimento, 1,71 m de largura e 1,58 m de altura, com entre-eixos de 2,50 m.
Interior e espaço
O painel central traz uma tela flutuante dividida em proporção 3/7. O lado esquerdo reúne as informações do quadro de instrumentos, enquanto o direito concentra os recursos de entretenimento.
A capacidade do porta-malas convencional ainda não foi divulgada. Com os bancos rebatidos, o volume chega a 1.380 litros. A principal novidade é o compartimento dianteiro, conhecido como frunk, com 94 litros. A solução foi viabilizada pela transferência do motor elétrico para a parte traseira.
Motor, bateria e segurança
A potência subiu para 129 cv, contra 75 cv do modelo vendido no Brasil. O torque ainda não foi informado, mas a estimativa é de que fique próximo de 20 kgfm. O carro terá baterias de 30 kWh e 39,2 kWh, com autonomia entre 320 e 420 km no ciclo CLTC.
Também existe a possibilidade de carregamento rápido de 10% a 97% em nove minutos. Na suspensão traseira, o eixo de torção foi substituído por uma arquitetura independente multilink. Os pneus passaram a ser 205/60 R16, maiores que os 175/55 R16 da versão atual.
O desenho mantém elementos do modelo conhecido, mas adota faróis mais estreitos, novo para-choque e lanternas traseiras sem ligação entre si. O teto recebeu um sensor LiDAR, indicando a oferta de sistema de assistência ao motorista com nível dois ou superior.







