Londrina, Quarta-feira, 7 de outubro de 2026
O Brasil em um ponto
Política

TSE promete reprimir ameaças à liberdade do voto, afirma Nunes Marques

Presidente do TSE pediu que candidatos respeitem a liberdade do eleitor e defendeu a segurança da urna eletrônica.

TSE promete reprimir ameaças à liberdade do voto, afirma Nunes Marques
Foto: Luiz Roberto/TSE

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Kassio Nunes Marques, afirmou que tentativas de impedir eleitores de escolherem livremente seus candidatos serão reprimidas. O alerta foi feito em cadeia nacional de rádio e TV na noite deste sábado, 3, um dia antes da votação.

O ministro dirigiu o apelo a candidatos e apoiadores e destacou que ameaças, assédio e outras formas de interferência na decisão do eleitor não serão toleradas. “Amanhã é o dia da liberdade do voto”, declarou Nunes Marques.

Informações e segurança eleitoral

O presidente do TSE também pediu a colaboração dos brasileiros para melhorar a qualidade das informações em circulação. Em caso de dúvida, recomendou que os eleitores consultem os canais oficiais da Justiça Eleitoral e verifiquem o conteúdo antes de compartilhá-lo.

Nunes Marques defendeu a credibilidade da urna eletrônica e do sistema de votação brasileiro. Segundo ele, a urna integra a experiência democrática do país há 30 anos e conta com mecanismos de segurança, transparência e possibilidade de auditoria. “Nosso sistema de votação, que se atualiza a cada pleito, reúne mecanismos de segurança, transparência e auditabilidade únicos no mundo”, afirmou.

O ministro convidou os últimos dois eleitores de cada seção a acompanhar o encerramento da votação. Eles receberão um boletim de urna com os votos registrados no local. O documento terá um QR Code para permitir a comprovação do resultado pelo aplicativo “BU na Mão”.

Nunes Marques lembrou ainda que aparelhos eletrônicos, inclusive celulares, não podem ser levados à cabine de votação. Ele associou a regra ao caráter direto, secreto e igual do voto, conforme previsto na Constituição.

A Justiça Eleitoral também buscará em casa pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida e moradores de comunidades remotas que tenham se cadastrado previamente. A medida inclui povos indígenas e quilombolas, para que possam ser levados à urna e exerçam o direito de votar.

Texto produzido pela Redação Ponto de Hoje com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

Receba nossa newsletterUma seleção diária, direto na sua caixa de entrada.

As mais lidas

  1. 1
  2. 2
  3. 3
  4. 4
  5. 5