Londrina, Terça-feira, 29 de setembro de 2026
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Segurança domina propaganda de Flávio; Lula destaca soberania nacional

Programas eleitorais também tiveram propostas de Ronaldo Caiado para segurança e de Augusto Cury para periferias e empreendedorismo.

Segurança domina propaganda de Flávio; Lula destaca soberania nacional

A segurança pública foi o principal tema da propaganda eleitoral exibida nesta segunda-feira. Flávio Bolsonaro concentrou sua participação no combate ao crime organizado e em mudanças na legislação penal, enquanto Luiz Inácio Lula da Silva priorizou a soberania nacional, a indústria brasileira e a diminuição da dependência externa.

Flávio afirmou que as organizações criminosas ampliaram sua influência no país e apresentou a recuperação da sensação de segurança como uma forma de fortalecer a soberania. Entre as propostas, estão o enquadramento do PCC e do Comando Vermelho como grupos terroristas, o aumento das penas para crimes contra o patrimônio e a redução da maioridade penal.

O candidato também prometeu multiplicar por quatro as penas aplicadas a furtos e roubos de celulares. Em outro trecho do programa, mencionou a alta dos preços nos supermercados, os juros e a carga tributária. Ao lembrar sua atuação no Senado, voltou a defender o “tesouraço”, plano que combina redução de despesas públicas com diminuição de impostos.

Lula usou o slogan “traidores da pátria, nunca mais” para relacionar patriotismo à capacidade de o país desenvolver tecnologia, criar empregos e tomar decisões sem interferência de outros países. O presidente citou o fortalecimento de áreas estratégicas e mencionou o “tarifaço” anunciado por Donald Trump, presidente dos Estados Unidos, como uma medida com impacto sobre a economia global.

A propaganda petista também destacou investimentos em defesa, incluindo a retomada da fabricação de drones, embarcações da Marinha e aeronaves militares. A campanha afirmou que essas ações ajudam a formar uma nova indústria nacional e a criar empregos qualificados.

Ronaldo Caiado dedicou quase todo o programa à segurança. Ele propôs confiscar bens de criminosos, dobrar a pena para feminicídio e reforçar o combate ao tráfico de drogas nas fronteiras, além de defender uma política de “tolerância zero” para organizações criminosas.

Augusto Cury repetiu o conteúdo apresentado em dias anteriores, com propostas voltadas às periferias, estímulo ao empreendedorismo e ampliação do diálogo com a população.

Texto produzido pela Redação Ponto de Hoje com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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