Londrina, Terça-feira, 29 de setembro de 2026
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Política

Mendanha propõe cooperação internacional contra o crime organizado

Candidato ao Senado por Goiás defende parceria com Estados Unidos e Israel para ampliar inteligência, monitoramento e integração de informações.

Mendanha propõe cooperação internacional contra o crime organizado

O candidato ao Senado por Goiás Gustavo Mendanha defendeu que o Brasil amplie a cooperação com outros países para adotar tecnologias voltadas ao combate ao crime organizado. A proposta inclui intercâmbio de experiências em inteligência, monitoramento e integração de informações.

Durante sabatina à TV Anhanguera, nesta sexta-feira (18/9), Mendanha afirmou que o avanço das facções criminosas exige novas ferramentas para identificar suspeitos e desarticular organizações. “O Brasil não conseguiu e não consegue resolver o problema da segurança pública”, declarou.

Países citados como parceiros

O candidato mencionou Estados Unidos e Israel como possíveis parceiros no desenvolvimento e na aplicação de tecnologias para as forças de segurança. Segundo ele, os dois países têm conhecimento que pode contribuir para o Brasil.

Mendanha também relatou uma viagem a Israel, na qual participou de reuniões com os governadores Ronaldo Caiado e Tarcísio de Freitas. Na ocasião, o grupo se encontrou com o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, e conheceu iniciativas relacionadas à segurança pública.

Na entrevista, Goiás foi apresentado pelo candidato como referência na integração entre policiamento, inteligência e tecnologia. Ele também citou a expansão de recursos tecnológicos na segurança pública de São Paulo durante a gestão de Tarcísio.

“Esse caminho já mostrou resultado em Goiás e está sendo buscado também em São Paulo”, afirmou Mendanha. Para ele, o país deve identificar experiências eficazes, firmar acordos com quem domina essas tecnologias e direcioná-las ao trabalho das forças de segurança.

Texto produzido pela Redação Ponto de Hoje com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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