Londrina, Terça-feira, 29 de setembro de 2026
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Três países planejam reunião militar para apoiar a Arábia Saudita

Arábia Saudita, Turquia e Paquistão discutirão resposta aos ataques houthis e a aplicação do Acordo de Defesa Conjunta de Meca.

Três países planejam reunião militar para apoiar a Arábia Saudita

Arábia Saudita, Turquia e Paquistão preparam uma reunião de seus chefes militares para discutir formas de apoiar o governo saudita diante dos ataques lançados pelos houthis a partir do Iêmen. O anúncio ocorreu após um encontro dos ministros das Relações Exteriores dos três países, realizado em Nova York na quinta-feira (24). A data e o local da reunião militar ainda não foram divulgados.

A articulação será feita sob o Acordo de Defesa Conjunta de Meca, que considera um ataque contra qualquer um dos três países uma agressão a todos. Os chanceleres condenaram ataques contra áreas civis da Arábia Saudita, incluindo Meca, e reafirmaram o direito saudita de se defender. O anúncio não detalhou qual tipo de assistência poderá ser analisado pelos comandantes militares.

Assinado em 7 de agosto, o pacto ampliou a cooperação de defesa entre os governos. Ministros e chefes militares haviam se reunido em Istambul, em 31 de agosto, para iniciar a estruturação do acordo, que inclui a criação de uma secretaria na Arábia Saudita.

Ataques e combates no Iêmen

Autoridades sauditas afirmaram, na quinta-feira, ter interceptado seis mísseis balísticos lançados contra Taif e Yanbu. Alertas de emergência foram emitidos para áreas que incluem Meca e Jeddah. Os houthis reivindicaram ataques com mísseis e drones contra alvos sauditas, entre eles instalações da Aramco em Yanbu. As alegações sobre os alvos atingidos não foram confirmadas de forma independente.

No Iêmen, forças alinhadas ao governo reconhecido internacionalmente enfrentam os houthis em várias frentes. Ao menos 150 combatentes morreram nas 24 horas anteriores à sexta-feira (25): 98 integrantes das forças governistas e 52 membros do grupo houthi. Os confrontos ocorreram, entre outras áreas, perto das montanhas de Kahboub e entre Lahj e Taiz.

Desde o início de setembro, mais de 230 mil pessoas deixaram suas casas, de acordo com dados do Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados. O número se soma a cerca de 5,2 milhões de deslocados internos que já viviam no país. Os combates também elevaram a preocupação com o estreito de Bab al-Mandeb, entre o mar Vermelho e o golfo de Áden.

Texto produzido pela Redação Ponto de Hoje com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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