China, Rússia e outros países assinaram nesta sexta-feira (2) uma declaração conjunta na Organização das Nações Unidas (ONU) contra medidas coercitivas unilaterais nas relações internacionais. O documento defende o respeito à soberania e à independência dos Estados.
Ao todo, 28 países aderiram ao texto. Entre os signatários estão Cuba, Venezuela, Irã, República Popular Democrática da Coreia (RPDC), Belarus, Bolívia, Nicarágua, Paquistão e Egito. O grupo também inclui Burkina Faso, Camarões, República Centro-Africana, Guiné Equatorial, Eritreia, Etiópia, Mali, Níger e Sudão do Sul.
Antígua e Barbuda, Camboja, Laos, Sri Lanka, Estado da Palestina, Sudão, Uganda e Zimbábue também aparecem na lista de países que assinaram a declaração.
Pedido de atuação conjunta
Os países signatários afirmam que medidas unilaterais contrariam princípios estabelecidos na Carta das Nações Unidas. O documento solicita que os Estados-membros da ONU, o sistema das Nações Unidas e outras organizações internacionais atuem contra essas práticas e apoiem os países afetados.
A representação chinesa nas Nações Unidas declarou: “Apelamos aos Estados-membros, ao sistema das Nações Unidas e a outras organizações internacionais para que se oponham conjuntamente a essas práticas ilegais”.
A declaração também pede ajuda aos países-alvo para amenizar as dificuldades provocadas pelas sanções e reforça a defesa de relações internacionais baseadas no respeito à soberania e à independência dos Estados.








