A Guiana anunciou neste sábado, 5, um acordo para receber um número limitado de imigrantes deportados pelos Estados Unidos. O governo guianês informou que aceitará apenas pessoas verificadas e sem antecedentes criminais.
A medida ocorre durante a campanha anti-imigração conduzida pelo presidente americano Donald Trump, que inclui operações policiais e deportações para terceiros países. A Guiana se junta a outros países do Caribe e da América Central que concordaram em cooperar com Washington.
Condições para permanência
Os imigrantes enviados ao território guianês permanecerão no país sob condições definidas enquanto o status migratório de cada um for analisado. Ao fim do processo, poderão retornar ao país de origem ou ser reassentados em um terceiro destino escolhido por eles.
O governo do presidente Irfaan Ali apresentou o acordo como parte do compromisso da Guiana com os direitos humanos e a cooperação internacional. A iniciativa foi descrita como estritamente transitória e não prevê reassentamento permanente.
A adesão ao envio para a Guiana deverá ser voluntária. O país não informou quantas pessoas serão recebidas, mas ressaltou que o acordo prevê a aceitação de um grupo limitado.








