Londrina, Terça-feira, 29 de setembro de 2026
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Guiana poderá barrar imigrantes e terá custos pagos pelos Estados Unidos

Acordo prevê acolhimento temporário de pessoas escolhidas pela OIM enquanto os EUA analisam o status imigratório de cada uma.

Guiana poderá barrar imigrantes e terá custos pagos pelos Estados Unidos

O governo informou que poderá recusar a entrada de qualquer pessoa incluída no acordo firmado com os Estados Unidos para acolhimento temporário de imigrantes. As despesas do programa serão pagas pelo governo norte-americano.

O financiamento inclui custos de acolhimento, alojamento e serviços necessários à integração. Também estão previstos meios para comunicação dos imigrantes com representantes legais e familiares.

Seis pessoas foram transferidas nessa sexta-feira (4/9). O grupo é formado por cidadãos de outros países, qualificados e sem antecedentes criminais, que não necessariamente querem retornar aos locais de origem e escolheram voluntariamente se mudar para a Guiana.

A permanência no país ocorrerá até que as autoridades dos Estados Unidos determinem o status imigratório dos transferidos. A seleção será feita pelo Programa de Retorno Voluntário Assistido da Organização Internacional para as Migrações (OIM), agência de migração das Nações Unidas (ONU).

O governo guianense anunciou o acordo na manhã deste sábado (5/9). Em comunicado, afirmou que os participantes serão escolhidos “criteriosamente” e que poderá rejeitar a admissão de qualquer indivíduo.

A declaração oficial apresentou a iniciativa como parte da relação entre os dois países. O documento citou cooperação em energia, comércio, investimento, segurança e diplomacia durante o governo do presidente Irfaan Ali e descreveu a Guiana como um parceiro dos Estados Unidos na região.

Texto produzido pela Redação Ponto de Hoje com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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