GUIANA — O governo informou que poderá recusar a entrada de qualquer pessoa incluída no acordo firmado com os Estados Unidos para acolhimento temporário de imigrantes. As despesas do programa serão pagas pelo governo norte-americano.
O financiamento inclui custos de acolhimento, alojamento e serviços necessários à integração. Também estão previstos meios para comunicação dos imigrantes com representantes legais e familiares.
Seis pessoas foram transferidas nessa sexta-feira (4/9). O grupo é formado por cidadãos de outros países, qualificados e sem antecedentes criminais, que não necessariamente querem retornar aos locais de origem e escolheram voluntariamente se mudar para a Guiana.
A permanência no país ocorrerá até que as autoridades dos Estados Unidos determinem o status imigratório dos transferidos. A seleção será feita pelo Programa de Retorno Voluntário Assistido da Organização Internacional para as Migrações (OIM), agência de migração das Nações Unidas (ONU).
O governo guianense anunciou o acordo na manhã deste sábado (5/9). Em comunicado, afirmou que os participantes serão escolhidos “criteriosamente” e que poderá rejeitar a admissão de qualquer indivíduo.
A declaração oficial apresentou a iniciativa como parte da relação entre os dois países. O documento citou cooperação em energia, comércio, investimento, segurança e diplomacia durante o governo do presidente Irfaan Ali e descreveu a Guiana como um parceiro dos Estados Unidos na região.








