Londrina, Terça-feira, 29 de setembro de 2026
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Coreia do Norte promete ampliar arsenal nuclear diante de aliança entre EUA, Seul e Tóquio

Vice-ministro Kim Kang Il afirmou, em Pequim, que o status nuclear norte-coreano é definitivo e irreversível.

Coreia do Norte promete ampliar arsenal nuclear diante de aliança entre EUA, Seul e Tóquio

A Coreia do Norte afirmou que manterá a expansão de seu arsenal nuclear em resposta ao reforço militar dos Estados Unidos e à aliança nuclear formada por Washington, Seul e Tóquio. A declaração foi feita nesta quinta-feira (17) pelo vice-ministro da Defesa norte-coreano, Kim Kang Il, durante o Fórum de Xiangshan, em Pequim.

Kim disse que o status da República Popular Democrática da Coreia (RPDC) como potência nuclear se tornou definitivo e irreversível. Segundo ele, o governo de Pyongyang continuará fortalecendo suas forças nucleares, apresentadas como instrumento de autodefesa e dissuasão.

“O incessante aumento do armamento nuclear dos Estados inimigos justifica plenamente a construção de um escudo nuclear sólido para a RPDC”, declarou o vice-ministro aos participantes do fórum.

Críticas aos Estados Unidos

Durante o discurso, Kim atribuiu o agravamento das tensões na Península Coreana à política que classificou como hostil por parte do governo de Washington. Ele acusou os Estados Unidos de transformar a cooperação com a Coreia do Sul e o Japão em uma estrutura formal de aliança nuclear dirigida contra a Coreia do Norte.

O vice-ministro afirmou que a pressão exercida pela coalizão sobre a segurança regional chegou a um nível extremo. Também declarou que a RPDC defenderá a paz e a estabilidade na Península Coreana e na região por meio da ampliação de sua força nuclear.

Kim apresentou o status constitucional norte-coreano como Estado detentor de armas nucleares como uma linha sem recuo. Ele pediu que a comunidade internacional e os países adversários abandonem o que chamou de sonho impossível de desnuclearização da península.

A participação presencial no fórum representou uma rara aparição pública de uma autoridade de alto escalão da Coreia do Norte em conferências internacionais de segurança nos últimos anos. O encontro ocorreu enquanto Pyongyang busca aprofundar as relações com Pequim e enfrenta sanções e pressão militar dos Estados Unidos e de aliados regionais.

Questionado sobre a possibilidade de uma nova cúpula entre o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o líder norte-coreano, Kim Jong Un, o vice-ministro disse que não estava em posição de discutir ou antecipar um encontro desse nível.

Texto produzido pela Redação Ponto de Hoje com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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