O príncipe Harry e Meghan foram informados pouco antes do envio de uma carta autorizada pelo rei Charles a autoridades britânicas e ficaram surpresos com o documento, afirmou um porta-voz do casal. A mensagem esclarece que os dois não são mais membros ativos da família real e mantêm a condição de cidadãos comuns.
O documento foi enviado na segunda-feira (7) e retoma o status definido em acordo com a falecida rainha Elizabeth em 2020. A carta afirma que essa condição garante ao duque e à duquesa de Sussex liberdade pessoal em relação à independência financeira e à proteção da privacidade.
“Conclui-se que não há alteração no status atual do duque e da duquesa de Sussex”, diz o texto. A carta também registra que o trabalho beneficente do casal é uma questão pessoal, realizado de forma particular.
A posição de Harry e Meghan é descrita como semelhante à de cidadãos comuns com interesses comerciais e beneficentes. O porta-voz afirmou que eles só souberam do conteúdo pouco antes do envio às autoridades.
Retorno ao Reino Unido
Harry, Meghan e os dois filhos voltaram a morar no Reino Unido no mês passado, seis anos depois de deixarem as funções reais e se mudarem para os Estados Unidos. O retorno ocorreu durante um período de afastamento e de relações tensas com a família real.
A decisão também surpreendeu familiares próximos. Charles, pai de Harry, foi informado apenas dias antes de a volta se tornar pública.
Desde a mudança para os Estados Unidos, Harry acusou a realeza de negligência, a imprensa sensacionalista de arruinar sua vida e o governo de não oferecer proteção policial automática para permitir seu retorno ao país.
Um comitê responsável por definir o nível de segurança custeado com recursos públicos vai se reunir nesta semana para decidir que proteção Harry deverá receber agora que sua família voltou ao Reino Unido.
O casal também fechou acordos comerciais, principalmente com a Netflix. Meghan lançou ainda a marca de estilo de vida “As Ever”.








