A nova geração do BYD Dolphin Mini terá uma cabine sem o tradicional painel de instrumentos à frente do volante. A BYD confirmou, em esboços divulgados pela marca, que velocímetro, autonomia, hodômetro e demais informações do veículo ficarão concentrados na tela multimídia.
A central será maior, ficará em posição de destaque no topo do painel e perderá a função giratória, adotando instalação fixa. O tamanho ainda não foi informado, mas deverá superar as atuais 10,1 polegadas. Abaixo da tela, permanecem os dois porta-copos e o carregador de celular por indução. O console central passará a ter dois níveis e terá menos botões físicos. A troca de marchas será feita por uma haste na coluna de direção.
O modelo também crescerá. De acordo com o Ministério da Indústria e Tecnologia da Informação da China (MIIT), o novo Dolphin Mini terá 4,20 metros de comprimento, 1,81 m de largura, 1,57 m de altura e 2,65 m de entre-eixos. A distância entre os eixos é a mesma do Volkswagen T-Cross.
A geração atual mede 3,78 metros de comprimento, 1,71 metros de largura, 1,58 metros de altura e 2,50 metros de entre-eixos. Assim, a novidade terá 42 centímetros a mais no comprimento e 15 cm adicionais entre os eixos.
Motor e baterias
O hatch elétrico será equipado com motor de 129 cv, no lugar do conjunto atual de 75 cv. A velocidade máxima homologada passará de 130 km/h para 150 km/h.
A bateria de fosfato de ferro-lítio (LFP) terá opções de 30 kWh e 39,2 kWh. A primeira prevê autonomia de 320 km no ciclo combinado, enquanto a segunda chega a 420 km, conforme o padrão chinês CLTC.
Na China, o veículo é chamado de “Great Seagull”. A nova geração não substituirá o Dolphin Mini atual: os dois modelos deverão conviver abaixo do Dolphin GS. Alexandre Baldy, vice-presidente sênior da BYD no Brasil, confirmou a chegada do compacto ao mercado nacional, provavelmente em meados de 2028.








