SANTO ANDRÉ — A General Motors do Brasil ainda não divulgou as especificações técnicas do Chevrolet Captiva PHEV que será vendido no mercado brasileiro. A empresa confirmou, porém, que a montagem do SUV híbrido plug-in começa em novembro, no Ceará.
A informação foi apresentada nesta quarta-feira (9) por Thomas Owsianski, presidente da GM América do Sul, durante um discurso em um evento realizado em Santo André (SP). Até então, a marca havia confirmado a produção nacional do modelo, mas não tinha informado quando a montagem teria início.
O Captiva PHEV faz parte da parceria entre a GM e a SAIC, estruturada por meio da joint venture SGMW (SAIC-GM-Wuling). No mercado chinês, o veículo é vendido como Wuling Starlight S. A fábrica cearense também monta o Chevrolet Spark e o Chevrolet Captiva EV.
Modelo oferecido na Argentina
O híbrido plug-in já está disponível em diversos mercados globais, entre eles a Argentina. Na configuração comercializada no país vizinho, o SUV combina motor 1.5 aspirado a gasolina, bateria de 20,5 kWh e propulsor elétrico.
O conjunto tem tração dianteira, 204 cv de potência e 31,6 kgfm de torque. As fichas técnicas registram autonomia superior a 1.000 km. Esses dados, no entanto, não foram confirmados pela GM para a versão brasileira.
A produção dos modelos na unidade cearense segue o sistema SKD. Nesse formato, os componentes são enviados da China e passam pela montagem no Brasil. Além do Captiva PHEV, a GM também avalia lançar um compacto elétrico no mercado brasileiro.
Captiva elétrico
A versão 100% elétrica do Captiva começou a ser produzida no Brasil no começo de 2026. O modelo tem motor elétrico dianteiro de 201 cv, torque de 31,6 kgfm, aceleração de 0 a 100 km/h em 9,9 segundos e velocidade máxima de 150 km/h.
As baterias de lítio-ferro-fosfato têm capacidade de 60 kWh. Conforme o padrão do Inmetro, a autonomia é de 304 km.








