Londrina, Terça-feira, 29 de setembro de 2026
O Brasil em um ponto
Brasil

Mobiliza questiona no TRE-PR chapa de Moro por eventos realizados em 2025

Ação pede documentos sobre palestras da Fiep e solicita a cassação da chapa caso sejam reconhecidas irregularidades eleitorais.

Mobiliza pede cassação da chapa de Moro por suposta campanha antecipada

O Mobiliza pediu ao Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE-PR) a cassação da chapa formada por Sérgio Moro e Edson José de Vasconcelos, sob a acusação de campanha eleitoral antecipada e abuso de poder econômico. A ação se refere a eventos realizados em 2025 antes do período eleitoral.

O processo foi assinado pelo candidato ao governo Alexandre Salomão e por outros três advogados. Vasconcelos também é citado como alvo porque, na época dos eventos, presidia a Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep), responsável pela realização das palestras mencionadas na ação.

Segundo o pedido, Moro participou de encontros em Guarapuava, Pato Branco, Londrina, Cambé, Cascavel, Maringá, Ponta Grossa, Irati e Curitiba. Os autores sustentam que as palestras ampliaram a exposição política do então senador e contribuíram para fortalecer sua candidatura ao governo antes do período permitido.

A Fiep e seus dirigentes divulgaram os eventos e publicaram repercussões nas redes sociais. Em uma das palestras, Moro declarou: “Não dá para deixar o Paraná cair nas mãos de um candidato do PT ou apoiado pelo PT.” A ação afirma que essa fala e o conteúdo de outros encontros indicariam finalidade eleitoral.

Pedido de documentos

O Mobiliza solicita que o TRE-PR determine a apresentação de registros de despesas, distribuição de convites, critérios usados para selecionar participantes e comunicações oficiais sobre os eventos. Também pede informações sobre a estrutura empregada na organização e na divulgação das palestras.

A intenção é verificar se recursos ou estrutura institucional foram utilizados em benefício da futura candidatura de Moro. Para os autores, a exposição obtida nos eventos afetou a igualdade de oportunidades entre os candidatos e caracterizou abuso de poder econômico.

O pedido de cassação depende do reconhecimento de irregularidades com gravidade suficiente para justificar sanções eleitorais. O protocolo não comprova as acusações: o TRE-PR ainda deverá examinar os argumentos, as provas e a defesa dos citados antes de tomar uma decisão.

Texto produzido pela Redação Ponto de Hoje com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

Receba nossa newsletterUma seleção diária, direto na sua caixa de entrada.

As mais lidas

  1. 1
  2. 2
  3. 3
  4. 4
  5. 5