Londrina, Terça-feira, 29 de setembro de 2026
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Índia amplia investigação sobre problemas atribuídos ao iOS 18 em iPhones

Órgão de defesa do consumidor recebeu 75 reclamações e questiona custos de reparos associados a falhas em telas e microfones.

Índia amplia investigação sobre problemas atribuídos ao iOS 18 em iPhones

A Autoridade Central de Proteção ao Consumidor (CCPA) ampliou uma investigação contra a Apple por problemas atribuídos ao iOS 18. Reclamações recebidas na Índia relacionam a atualização a falhas em telas e microfones de iPhones, além de custos elevados para reparar os aparelhos.

A apuração começou em 2024, depois que o órgão regulador recebeu um grande número de queixas sobre o software. Em 29 de julho deste ano, a CCPA informou à Apple que havia elevado o caso a uma investigação detalhada, citando uma possível violação dos direitos dos consumidores.

Reclamações sobre as telas

Entre os problemas relatados estão o surgimento de linhas verdes, rosas e brancas nas telas. No iPhone 15, um dos modelos mais populares na época, a substituição do componente pode custar cerca de ₹27.900, valor equivalente a aproximadamente R$1.500.

A CCPA questiona a cobrança dos reparos porque as atualizações do iOS não vêm com garantia. A Apple teria recusado assumir esses custos e afirmou que a ausência de garantia para softwares segue um padrão global da indústria. A empresa também sustentou que o iOS 18 não apresentava problemas sistêmicos.

Em uma carta, a Apple afirmou que a investigação se baseia em apenas 75 reclamações. A empresa disse ainda que os termos de uso informam que o software é fornecido sem garantia de qualquer tipo e que os usuários devem pagar pelos reparos relacionados a eventuais problemas.

A companhia argumentou que responsabilizar fornecedores de software por qualquer falha tecnológica equivaleria a transformá-los em seguradoras contra todos os riscos. O CCPA contestou essa posição e declarou que “cobrar dos consumidores por problemas decorrentes da própria negligência da empresa viola o princípio do comércio justo”.

Texto produzido pela Redação Ponto de Hoje com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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