Londrina, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
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Romance de Augusto Cury que virou filme chega ao catálogo da Netflix

Publicado em 2008, O Vendedor de Sonhos: O Chamado vendeu mais de 2,5 milhões de exemplares no país e ganhou adaptação para o cinema.

O livro de Augusto Cury que virou best-seller e ganhou filme disponível na Netflix

O romance O Vendedor de Sonhos: O Chamado, de Augusto Cury, ultrapassou 2,5 milhões de exemplares vendidos no país e ganhou uma adaptação cinematográfica disponível na Netflix. Publicado em 2008, o livro marcou a passagem do autor da literatura de autoajuda para a ficção.

A história acompanha Júlio César, um intelectual em profunda crise que é resgatado por um personagem enigmático conhecido como Mestre. O homem, que vive às margens da sociedade, apresenta-se como vendedor de sonhos e reúne ao seu redor pessoas marcadas pelo sofrimento.

A trama começa quando um homem se prepara para saltar do topo de um prédio, enquanto policiais tentam convencê-lo a desistir. O Mestre consegue se aproximar e inicia uma conversa sobre medos, derrotas e sonhos, sem oferecer respostas simples. Ao longo da narrativa, o autor também questiona o consumismo, o individualismo e a busca pelo sucesso.

Cury já havia ganhado destaque em 2004 com Nunca Desista de seus Sonhos. O sucesso de O Vendedor de Sonhos: O Chamado levou à criação de uma trilogia, completada por Revolução dos Anônimos e O Semeador de Ideias.

Do livro ao cinema

A adaptação para o cinema foi dirigida por Jayme Monjardim e lançada em dezembro de 2016. Dan Stulbach interpretou Júlio César, enquanto o uruguaio César Troncoso viveu o Mestre. O papel levou Stulbach a reavaliar a própria existência e a refletir sobre o vazio, a trajetória pessoal, as dificuldades cotidianas e a tentação de abandonar tudo.

O filme está disponível na Netflix desde maio de 2020. A adaptação teatral alcançou mais de 500 mil espectadores. O livro também foi traduzido para mais de 60 idiomas e recebeu, em 2009, o prêmio de melhor ficção internacional na China.

A obra consolidou Augusto Cury como autor de autoajuda e ficção. Candidato à Presidência da República, ele ampliou seu público ao transformar questionamentos existenciais em uma narrativa que chegou às livrarias, ao cinema, ao teatro e às plataformas de streaming.

Texto produzido pela Redação Ponto de Hoje com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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