A rejeição a Luiz Inácio Lula da Silva e Flávio Bolsonaro é a mais alta entre os candidatos testados pela Quaest. O senador aparece com 55% dos entrevistados que o conhecem, mas afirmam que não votariam nele. Lula tem 53% nesse indicador. Os resultados estão tecnicamente empatados dentro da margem de erro.
A pesquisa divulgada nesta segunda-feira, 7, também mostra empate entre Lula e Flávio no segundo turno: cada um registra 41% das intenções de voto. Nesse cenário, 5% estão indecisos, enquanto 13% votarão branco ou nulo ou não irão votar.
No primeiro turno, Lula aparece com 36% e Flávio, com 29%. Augusto Cury (Avante) oscilou de 10% para 8%, dentro da margem de erro. Renan Santos (Missão) e Ronaldo Caiado (PSD) têm 3% cada; Romeu Zema (Novo), 2%; e Samara Martins (UP), 1%. Pablo Marçal (PRTB) também registra 1%. Os demais nomes não pontuaram. Há 9% de indecisos e 8% de votos brancos ou nulos.
A sondagem foi realizada entre 3 e 6 de setembro, durante a crise no Supremo Tribunal Federal (STF). A Quaest ouviu 2.004 brasileiros de 16 anos ou mais em entrevistas a domicílio. A margem de erro é de dois pontos porcentuais, com nível de confiança de 95%. O registro no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) é o protocolo BR-01720/2026.
Na pesquisa espontânea, sem apresentação de uma lista de candidatos, Lula tem 28% das menções, seguido por Flávio, com 20%, e Cury, com 4%. Outros nomes somam 5%; 42% estão indecisos e 1% declarou voto branco ou nulo.
Nas demais simulações de segundo turno, Lula empata tecnicamente com Caiado e Cury. O presidente marca 41%, contra 38% de Caiado, e 39%, contra 35% de Cury. Lula também supera Renan Santos por 42% a 37% e Zema por 44% a 33%.
A rejeição de Pablo Marçal é de 45%; a de Caiado, 41%; a de Zema, 39%; a de Renan Santos, 29%; e a de Cury, 26%.
Avaliação do governo
A desaprovação ao trabalho de Lula chega a 50%, enquanto 43% aprovam a forma como ele conduz o governo. Outros 7% não responderam. Na rodada anterior, Lula tinha 48% de desaprovação e 45% de aprovação, com 7% sem resposta.
Na avaliação geral, 38% consideram o governo negativo, contra 37% na pesquisa anterior. A avaliação positiva é de 34%, ante 35% anteriormente. A avaliação regular permanece em 25%, e 3% não sabem ou não responderam.







