Londrina, Terça-feira, 29 de setembro de 2026
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Flávio amplia vantagem sobre Lula entre independentes, homens e evangélicos

Pesquisa Quaest mostra Flávio Bolsonaro à frente de Lula em recortes por perfil, enquanto cenário geral aponta empate técnico no segundo turno.

Flávio amplia vantagem sobre Lula entre independentes, homens e evangélicos

A vantagem de Flávio Bolsonaro sobre Luiz Inácio Lula da Silva aumentou entre eleitores que se identificam como independentes, aponta pesquisa Quaest divulgada nesta segunda-feira, 14. O senador passou de 32% para 36% das intenções de voto nesse grupo, enquanto Lula oscilou de 28% para 26%. A diferença subiu de quatro para dez pontos porcentuais, com margem de erro de quatro pontos porcentuais.

No cenário geral de um eventual segundo turno, Flávio aparece com 42% e Lula, com 40%. Como a margem de erro é de dois pontos porcentuais para mais ou para menos, os dois estão tecnicamente empatados. Na semana passada, ambos tinham 41%.

Diferenças por gênero e religião

Entre as mulheres, Lula registra 41% e Flávio, 38%. Considerando a margem de erro de três pontos porcentuais, o resultado configura empate técnico. Entre os homens, o senador tem 47% das menções, contra 38% do petista.

O desempenho também varia conforme a religião declarada. Flávio marca 51% entre os evangélicos, enquanto Lula aparece com 28% nesse segmento. Entre os católicos, a vantagem se inverte: Lula tem 46%, contra 38% de Flávio. A margem de erro é de quatro pontos porcentuais entre evangélicos e de três pontos entre católicos.

A pesquisa ouviu 2.004 brasileiros de 16 anos ou mais em entrevistas realizadas a domicílio entre os dias 10 e 13 de setembro. A margem de erro do levantamento é de dois pontos porcentuais, e o nível de confiança, de 95%. O estudo foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-03607/2026.

Receio sobre um novo mandato

Segundo o levantamento, 44% dos eleitores temem a continuidade do governo Lula, enquanto 42% receiam mais a volta da família Bolsonaro ao poder. Os resultados estão dentro da margem de erro. Na comparação com a semana passada, o primeiro índice passou de 43% para 44%, e o segundo recuou de 43% para 42%.

Outros 7% disseram temer as duas possibilidades, 2% afirmaram não temer nenhuma delas e 5% não souberam ou preferiram não responder.

Texto produzido pela Redação Ponto de Hoje com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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