Londrina, Terça-feira, 29 de setembro de 2026
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Lula denuncia impactos da guerra em Gaza durante discurso na ONU

Presidente criticou ações militares de Israel, ataques do Hamas e pressões contra o Tribunal Penal Internacional durante discurso em Nova York.

Lula denuncia impactos da guerra em Gaza durante discurso na ONU

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva criticou as ações militares de Israel no território palestino e denunciou os impactos da guerra sobre a população civil durante discurso na abertura da 81ª Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas, nesta terça-feira (22).

Lula afirmou que a ofensiva em Gaza terá efeitos prolongados para os palestinos. “Gerações de palestinos carregarão a dor e o trauma de um genocídio praticado pelo governo Netanyahu contra mulheres e crianças em Gaza”, declarou.

Ao tratar da violência na região, o presidente também condenou os atos terroristas do Hamas e mencionou o impacto sobre civis israelenses. Ele afirmou que a população de Israel sofreu as consequências do radicalismo e da intolerância no conflito.

Tribunal Penal Internacional

O presidente brasileiro ainda criticou as pressões contra órgãos internacionais responsáveis por investigar possíveis violações de direitos humanos. Para Lula, sanções e iniciativas destinadas a enfraquecer o Judiciário internacional prejudicam o multilateralismo.

“Perseguir o Tribunal Penal Internacional e seus integrantes é um estímulo para que esses crimes fiquem impunes”, disse.

Lula também relacionou a expansão dos assentamentos na Cisjordânia à dificuldade de viabilizar a solução de dois Estados. Segundo ele, esse modelo é necessário para que israelenses e palestinos possam viver em paz.

Na avaliação do presidente, ameaças de extinção contra civilizações não contribuem para a estabilidade do Oriente Médio. A declaração foi feita diante de líderes globais durante o pronunciamento brasileiro na assembleia da ONU.

Texto produzido pela Redação Ponto de Hoje com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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