As campanhas dos candidatos às eleições de 2026 já pagaram mais de R$ 2,4 bilhões em despesas. O valor reúne os gastos de quase 21.000 candidatos em todo o país até 27 de setembro.
Quase R$ 700 milhões foram destinados ao setor gráfico. Desse montante, cerca de R$ 529 milhões correspondem à produção de panfletos, bandeiras e materiais semelhantes, enquanto R$ 155 milhões foram aplicados em adesivos.
O segmento também liderou os gastos em eleições anteriores. Em 2022, as campanhas desembolsaram mais de R$ 1,7 bilhão com materiais impressos e adesivos. Em 2018, foram R$ 786 milhões.
Ranking das despesas
A segunda maior categoria de gastos em 2026 é a de serviços prestados por terceiros, que soma R$ 383 milhões. O grupo reúne diferentes atividades contratadas pelas campanhas.
O impulsionamento de conteúdo nas redes sociais aparece em terceiro lugar, com mais de R$ 274 milhões. O Facebook recebeu mais de R$ 193 milhões e é a empresa que mais arrecadou dinheiro de campanha até o momento.
Na lista detalhada, os serviços prestados por terceiros somam R$ 383.108.206,81, seguidos pelo impulsionamento de conteúdos, com R$ 274.677.960,45. Despesas com pessoal chegam a R$ 172.234.116,48, e atividades de militância e mobilização de rua, a R$ 167.718.900,35.
A produção de programas de rádio, televisão ou vídeo registra R$ 159.155.896,66. Serviços advocatícios somam R$ 128.617.449,40; serviços contábeis, R$ 75.383.975,39; cessão ou locação de veículos, R$ 73.756.058,30; e locação ou cessão de imóveis, R$ 46.334.223,54.








