Londrina, Terça-feira, 29 de setembro de 2026
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Flávio Bolsonaro concentra 67% das despesas declaradas por presidenciáveis

Senador do PL informou R$ 49,99 milhões em gastos; candidatos à Presidência declararam R$ 75 milhões até esta segunda-feira, 7.

Flávio Bolsonaro concentra 67% das despesas declaradas por presidenciáveis
Foto: Wilton Junior, Pedro Kirilos, Wilton Junior, Taba Benedicto, Isabella Finholdt, Daniel Teixeira/Estadão

Os 13 candidatos à Presidência da República declararam R$ 75 milhões em despesas de campanha até esta segunda-feira, 7. O senador Flávio Bolsonaro (PL) lidera os gastos, com R$ 49,99 milhões, o equivalente a 67% do total informado ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Flávio também recebeu o maior volume de recursos do fundo eleitoral: R$ 42 milhões. Luiz Inácio Lula da Silva aparece em seguida, com R$ 35 milhões.

Entre as despesas do senador, R$ 3,3 milhões foram destinados a serviços advocatícios. Os demais valores poderiam ser detalhados em categorias como impulsionamento de conteúdo e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo.

Gastos dos candidatos

Ronaldo Caiado (PSD) aparece na segunda posição entre os candidatos que mais gastaram, com R$ 20,9 milhões. Os recursos foram destinados principalmente à produção de programas de rádio e televisão e a serviços prestados por terceiros.

Romeu Zema (Novo) declarou R$ 2,6 milhões em despesas. A maior parcela, de R$ 930 mil, foi registrada para consultoria e produção em marketing digital.

Renan Santos (Missão) informou gastos de R$ 599,5 mil. A campanha destinou R$ 8 mil à categoria segurança e prevenção, repressão e combate à violência política. Também foram registrados R$ 42,6 mil para produção de programas de rádio, televisão ou vídeo. O valor pode ser usado na produção de vídeos para a internet.

O ministro do TSE Dias Toffoli suspendeu parte da campanha digital de Renan na segunda-feira, 31, porque o candidato não havia informado todos os perfis mantidos nas redes sociais ao tribunal. A decisão foi revogada no dia seguinte.

Hertz Dias (PSTU) declarou R$ 447,6 mil em despesas, incluindo R$ 40 mil em pesquisas ou testes eleitorais e R$ 18 mil em impulsionamento de conteúdo nas redes sociais.

Augusto Cury (Avante) informou R$ 55,2 mil em gastos, dos quais R$ 50 mil foram destinados ao impulsionamento de conteúdo nas redes sociais. Na pesquisa BTG/Nexus divulgada na segunda-feira, 31, ele passou de 2% para 11% no primeiro turno. No levantamento da Quaest desta segunda-feira, 7, registrou 8%.

Edmilson Costa (PCB) declarou R$ 7,6 mil; Rui Costa Pimenta (PCO), R$ 137,30, referentes a uma taxa de administração do financiamento coletivo. Pablo Marçal (PRTB) e Samara Martins (UP) ainda não informaram despesas.

Prestação de contas

Candidatos, partidos, federações e coligações devem apresentar a prestação de contas parcial de 9 a 13 de setembro. A prestação final deve ser entregue até 30 dias após as eleições. Em caso de segundo turno, o prazo será de até 20 dias após o pleito. Os comitês eleitorais já podem enviar ao TSE os gastos realizados antes dessas datas.

Texto produzido pela Redação Ponto de Hoje com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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