O deputado Filipe Barros defendeu a comemoração de 31 de Março e afirmou que a intervenção militar de 1964 teria impedido a transformação do Brasil em uma ditadura comunista.
Em uma publicação feita em 1/8/2019, atualizada às 18:14, Barros classificou o episódio como uma contra-revolução e rejeitou interpretações diferentes sobre o período. Para ele, negar a hipótese de que o país teria seguido esse caminho sem a atuação dos militares seria desonestidade intelectual.
“31 de Março. O dia que o Brasil foi salvo da ditadura comunista”, escreveu o deputado. Na mesma mensagem, afirmou que esses seriam os fatos históricos e que as demais interpretações representariam revisionismo.
Barros também declarou que a data deveria ser comemorada. A publicação não apresenta outras informações sobre a investigação de crimes cometidos durante a ditadura mencionada no título original.









