Londrina, Terça-feira, 29 de setembro de 2026
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Política

Eleição terá dois votos para o Senado e exige nomes diferentes

Renovação de dois terços da Casa muda a votação; repetir o candidato anula o segundo voto.

Eleição terá dois votos para o Senado e exige nomes diferentes

No primeiro turno, em 4 de outubro, o eleitor terá seis votos na urna eletrônica: deputado federal, deputado estadual, senador, senador, governador e presidente. A escolha de dois nomes para o Senado ocorre porque, neste ano, serão renovados dois terços da Casa.

A regra não permite repetir o mesmo candidato. Quem votar duas vezes no mesmo nome terá o segundo voto anulado. O eleitor que preferir escolher apenas um senador pode anular de propósito a outra votação ou optar pelo voto em branco.

A quantidade de candidatos escolhidos para o Senado varia conforme o ciclo de renovação. Em uma eleição, quando é renovado um terço da Casa, apenas um senador é escolhido. Na outra situação, como a deste ano, são dois nomes. Os senadores têm mandato de oito anos, enquanto os eleitos para os demais cargos permanecem por quatro anos.

As candidaturas ao Senado também têm uma composição própria. Cada candidato concorre com suplentes na mesma chapa, que reúne três nomes para uma só vaga. Um deles recebe mais destaque e costuma ser o nome anunciado pelos partidos.

Em Santa Cruz do Sul, relatos de cabos eleitorais indicam que parte dos cidadãos ainda não sabe por que haverá dois votos para o Senado nem como registrar as escolhas na urna eletrônica. A articulação entre partidos também apresenta combinações distintas durante a campanha: candidatos de uma legenda podem apoiar nomes de outras siglas para deputado federal e deputado estadual, enquanto acordos diferentes podem ocorrer entre partidos e coligações.

O Tribunal Regional Eleitoral demonstrou preocupação com a abstenção registrada na última eleição. Um terço dos gaúchos não compareceu às urnas. O pleito ocorreu no ano da maior catástrofe ambiental da história do Rio Grande do Sul, quando muitos eleitores estavam impactados pela situação.

Em entrevista à Rádio Gazeta FM 107,9, a candidata a deputada estadual Comandante Nádia defendeu a presença do eleitor. A avaliação apresentada por ela foi que, independentemente do candidato escolhido, alguém será eleito, e deixar de votar significa abrir mão de participar dessa decisão.

Texto produzido pela Redação Ponto de Hoje com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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