Londrina, Terça-feira, 29 de setembro de 2026
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Política

Caiado promete classificar facções como terroristas e limitar gastos públicos

Presidenciável também propôs reduzir despesas, criar órgão anticorrupção e levar a Selic a 7% em eventual governo.

Caiado: “Brasil tem estrutura para combater e libertar população do narcotráfico”

O candidato à Presidência Ronaldo Caiado (PSD) afirmou neste domingo que, se for eleito, enviará ao Congresso uma proposta para enquadrar facções criminosas como organizações terroristas. A declaração foi feita durante uma coletiva na Avenida Paulista, onde ele também apresentou propostas para a economia e a segurança pública.

Questionado sobre a decisão do governo dos Estados Unidos de classificar facções brasileiras no quadro de terrorismo, Caiado disse que o Brasil deve tomar a própria decisão e afirmou que sabe combater e punir criminosos. Ele sustentou que o país tem estrutura para enfrentar o narcotráfico e criticou o governo do PT, ao dizer que o presidente não pode ser conivente com esse crime.

Durante o ato de campanha, o candidato conversou com apoiadores reunidos com bandeiras de candidaturas do PSD no Conjunto Nacional. Depois, comprou um tênis na Galeria Magalu e gravou um vídeo destinado à empresária Luiza Trajano.

Propostas econômicas

Caiado voltou a defender uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) para limitar os gastos do governo a até 50% do crescimento do PIB. Também afirmou que a taxa Selic poderia chegar a 7% em um eventual mandato, o que, segundo ele, ajudaria os setores produtivos a competir no mercado internacional.

Para o candidato, os juros são influenciados pelas despesas públicas. “O Banco Central regula o juro de acordo com o gasto do governo. Ele é consequência, não é a causa”, declarou.

Entre as medidas citadas por Caiado estão o corte de 100% das emendas impositivas, a revisão de incentivos fiscais, a realização de auditorias com plataformas de inteligência artificial em programas de governo e a redução de 25% nos repasses a todos os Poderes e órgãos independentes.

Na área de segurança e combate à corrupção, ele propôs um processo de austeridade no Ministério da Justiça e Segurança Pública. A ideia inclui reunir, em um novo órgão, a Comissão de Valores Mobiliários, o Conselho de Controle de Atividades Financeiras, a Receita Federal e a área de inteligência da Polícia Federal.

Sobre a Previdência, Caiado disse que o equilíbrio fiscal não deve prejudicar projetos sociais. “O primeiro a ser penalizado não pode ser o trabalhador e nem o aposentado”, afirmou.

O evento teve a participação de Gilberto Kassab, presidente nacional do PSD e candidato a vice-presidente na chapa, além de Mara Gabrilli, Aline Torres e Silvia Abravanel, candidatas aos cargos de deputada estadual e deputada federal.

Texto produzido pela Redação Ponto de Hoje com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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