Londrina, Terça-feira, 29 de setembro de 2026
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Política

Caiado propõe sistema federal de inteligência e defende autonomia na segurança

Candidato afirmou que governadores devem definir estratégias estaduais e apresentou propostas para presídios, combate a fraudes e uso de câmeras corporais.

Segurança: Caiado defende autonomia dos governadores e atuação da União contra crimes federais

Ronaldo Caiado (PSD) defendeu a autonomia dos estados para definir estratégias de segurança pública e afirmou que o governo federal deve concentrar sua atuação nos crimes de competência da União. O candidato à Presidência falou sobre o tema em entrevista nesta quinta-feira (17).

Para Caiado, os estados devem seguir as diretrizes gerais previstas na Constituição, mas cabe aos governadores decidir como conduzir a segurança em cada unidade da Federação. Ele também afirmou que o presidente da República deve atuar diretamente nos crimes federais.

“A autonomia dos estados foi uma peça que nós alteramos para que prevalecesse a Constituinte de 1988. Os estados têm as diretrizes gerais. O que nós mudamos é que o presidente da República vai atuar nos crimes federais”, afirmou.

Entre as propostas apresentadas está a criação de um Ministério da Segurança Pública integrado ao Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras), à Receita Federal, à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e à área de inteligência da Polícia Federal.

Sistema de informações e presídios

A estrutura faria parte do sistema chamado Sentinela. De acordo com Caiado, a ferramenta compartilharia informações com as forças estaduais, comunicaria ocorrências às polícias e secretarias de Segurança e ajudaria a identificar empresas envolvidas em fraudes. “Vamos mapear empresas fraudulentas”, declarou.

O candidato também prometeu construir 40 novos presídios, todos equipados com scanners corporais. A medida, segundo ele, teria como objetivo conter a população carcerária e os condenados.

Câmeras corporais

Caiado disse que a decisão sobre o uso de câmeras corporais por policiais deve ser dos governadores, e não do presidente. Ele citou diferenças entre operações na Faria Lima e em Paraisópolis para argumentar que o tipo de equipamento e a atuação policial precisam considerar as condições de cada região.

O candidato afirmou ainda que agentes podem enfrentar riscos distintos em áreas mais conflagradas, incluindo a presença de pessoas com fuzis e o lançamento de granadas. Para ele, policiais que entram nesses locais precisam estar preparados para garantir a segurança da população.

Texto produzido pela Redação Ponto de Hoje com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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