A Suprema Corte manteve a sentença de morte de Hossein Pedaran, condenado por espionagem e cooperação em inteligência com Israel. Após a decisão, ele foi enforcado, informou o Poder Judiciário.
A execução ocorreu depois de acusações relacionadas ao fornecimento de dados sobre bases de mísseis durante a guerra de 12 dias. A informação foi divulgada pela Mizan, agência administrada pelo Poder Judiciário.
Segundo a agência, Pedaran teria repassado ao Mossad informações sobre instalações militares confidenciais na província central de Isfahan. A acusação também aponta que a atividade de espionagem tinha como objetivo a obtenção de ganhos financeiros.
O caso envolve a colaboração atribuída a Pedaran com o serviço de inteligência israelense e a sentença de morte mantida pela Suprema Corte.








