A Guarda Revolucionária Islâmica do Irã exigiu que Estados Unidos e Israel deixem a região, enquanto Washington manteve a pressão para impedir que Teerã desenvolva uma arma nuclear. As declarações ocorreram em meio à guerra e foram divulgadas nesta terça-feira (22).
A força iraniana afirmou que a região precisa ser libertada da “presença vil e criminosa” dos dois países. Paralelamente, os efeitos do conflito atingiram as exportações de petróleo do Iraque, segundo declaração do primeiro-ministro iraquiano, Ali al-Zaidi.
Al-Zaidi disse que o Irã não autorizou a passagem de petroleiros iraquianos pelo Estreito de Ormuz. De acordo com o primeiro-ministro, o Iraque perdeu US$ 60 bilhões em receitas desde o início da guerra envolvendo Estados Unidos, Israel e Irã.
O representante americano nas Nações Unidas, Mike Waltz, declarou que o presidente Donald Trump está determinado a garantir que o Irã jamais obtenha uma arma nuclear. Ele também afirmou que Teerã pode voltar à “mesa de negociações, caso o faça de boa fé”.
A pressão de Washington alcançou ainda o setor aéreo iraniano. O secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Scott Bessent, anunciou que todas as companhias aéreas do Irã suspenderiam as operações internacionais a partir de quarta-feira (23).
Horas depois, a Iran Air informou que manteria os voos para Najaf, no Iraque. A empresa afirmou que as ligações continuariam a partir de Teerã, Mashhad e Isfahan.








