Londrina, Terça-feira, 29 de setembro de 2026
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EUA confirmam armas espaciais e mantêm detalhes sob sigilo

Secretário da Força Aérea dos EUA reconheceu arsenal em órbita e citou ameaças da China e da Rússia.

EUA confirmam armas espaciais e mantêm detalhes sob sigilo

Os Estados Unidos confirmaram publicamente que posicionaram armas na órbita da Terra. O anúncio foi feito pelo secretário da Força Aérea, Troy Meink, durante a conferência Air, Space, Cyber, realizada nesta segunda-feira (14), em Maryland.

Meink afirmou que o armamento é necessário para proteger o país de ataques de adversários hostis e preservar a supremacia americana no ar e no espaço. A declaração representa o primeiro reconhecimento público de Washington sobre a existência de um arsenal espacial.

O secretário, porém, não revelou quais são as capacidades das armas nem informou se elas foram testadas. Durante uma coletiva, disse: “Não vamos falar sobre os detalhes do que estamos fazendo”. Meink acrescentou que o espaço é essencial para a segurança militar e econômica dos Estados Unidos e que o país precisa garantir a liberdade de operação nesse ambiente.

Ameaças citadas pelos EUA

A confirmação ocorre durante uma iniciativa da Força Espacial dos EUA para ampliar as discussões sobre ameaças em órbita e estratégias de defesa. Washington acusa China e Rússia de desenvolverem sistemas capazes de atingir satélites americanos em um possível conflito.

Em uma ficha informativa, a Força Espacial declarou que os dois países estão criando sistemas espaciais para ampliar sua eficácia militar e reduzir a dependência dos serviços espaciais dos EUA. O documento também afirma que China e Rússia testam e colocam em operação capacidades antiespaciais destinadas a interromper e degradar os recursos espaciais americanos.

O presidente Donald Trump defende o uso de capacidades espaciais como parte do sistema de defesa nacional. Em dezembro do ano passado, o republicano assinou uma ordem que destaca a participação da Força Espacial, sexto ramo oficial das Forças Armadas americanas, em missões de ataque.

Texto produzido pela Redação Ponto de Hoje com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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