Londrina, Quarta-feira, 7 de outubro de 2026
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Parlamento da Etiópia reconduz Abiy Ahmed ao cargo de primeiro-ministro

Abiy Ahmed tomou posse após ser reeleito pela nova Câmara dos Representantes do Povo para mais cinco anos no cargo.

Parlamento da Etiópia reconduz Abiy Ahmed ao cargo de primeiro-ministro

O Parlamento da Etiópia reelegeu Abiy Ahmed como primeiro-ministro para um segundo mandato de cinco anos. A decisão foi tomada na segunda-feira (5), durante a primeira sessão da nova Câmara dos Representantes do Povo, a câmara baixa do Legislativo do país.

Após a recondução, Abiy prestou juramento e iniciou oficialmente o novo mandato. A formação da liderança parlamentar ocorreu depois das eleições gerais realizadas em 1º de junho, quando mais de 54 milhões de pessoas participaram da votação, conforme o Conselho Nacional Eleitoral da Etiópia.

Defesa de acesso ao mar

Em seu discurso após a reeleição, o primeiro-ministro afirmou que a Etiópia vai cooperar com os países vizinhos para proteger seus interesses nacionais. Ele também declarou que o desenvolvimento futuro do país depende da obtenção de acesso ao mar.

“A civilização etíope não pode se realizar sem acesso ao mar”, afirmou Abiy Ahmed. O primeiro-ministro acrescentou que o governo trabalhará com base no princípio de dar e receber para garantir uma saída marítima ao país.

A Etiópia não tem litoral desde a independência da Eritreia, em 1993, e sustenta que recuperar esse acesso é essencial para sua segurança e para o desenvolvimento econômico de longo prazo.

A declaração foi feita em meio à escalada de confrontos no norte do país entre forças federais e uma coalizão de grupos armados de oposição liderada pela Frente Popular de Libertação do Tigré (TPLF). A situação reacendeu o risco de uma nova guerra civil, após o conflito travado entre 2020 e 2022, que teria causado a morte de 600 mil pessoas em algumas estimativas.

A Etiópia também acusa a Eritreia de interferir em favor dos rebeldes do Tigré. Os dois países romperam relações diplomáticas na última quinta (1º), depois que o governo etíope anunciou o fechamento de sua embaixada em Asmara, capital eritreia, e declarou dez diplomatas eritreus persona non grata.

Texto produzido pela Redação Ponto de Hoje com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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