Londrina, Quarta-feira, 7 de outubro de 2026
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Christa Pike segue inconsciente quatro dias após execução fracassada

Advogado afirma que condenada à morte permanece conectada a um respirador e sob custódia policial em hospital do Tennessee.

Christa Pike segue inconsciente quatro dias após execução fracassada
Foto: Tennessee Department of Correction via AP

Christa Pike permanece inconsciente e conectada a um respirador quatro dias depois de uma tentativa fracassada de execução. A informação foi divulgada neste domingo, 4, pelo advogado Stephen Ferrell, que afirmou que o prognóstico médico ainda pode levar dias para ser definido.

Pike está internada sob custódia policial, enquanto médicos tentam retirar do organismo a dose maciça do barbitúrico pentobarbital aplicada durante a execução. O procedimento ocorreu na noite de quarta-feira, 30, quando as autoridades penitenciárias do Tennessee administraram duas doses da substância.

Questionado sobre uma possível recuperação de consciência após a tentativa, Ferrell respondeu: “Não que eu saiba”. O pentobarbital não provocou a morte de Pike. Seus advogados, porém, relataram que ela sofreu queimaduras e ficou com bolhas nos braços por causa da causticidade da substância.

Privacidade e decisões médicas

Segundo Ferrell, Pike concedeu uma procuração médica a uma pessoa responsável por preservar sua privacidade. O advogado disse não saber exatamente quais orientações foram transmitidas a essa pessoa. A defesa não informou quem foi encarregado de tomar as decisões médicas.

Em nota divulgada na manhã deste domingo, uma porta-voz da equipe jurídica agradeceu o respeito à privacidade de Pike e afirmou que esse é um direito garantido por lei.

Pike tem 50 anos. Ela tinha 18 quando torturou e matou a colega de classe Colleen Slemmer, em 1995, com a participação do namorado, durante uma crise de ciúmes. Condenada à morte, tornou-se uma das mulheres mais jovens a receber essa sentença.

Texto produzido pela Redação Ponto de Hoje com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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