Londrina, Quarta-feira, 7 de outubro de 2026
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Brasileiro é detido em Miami após usar uniforme falso do ICE em local de votação

Danilo Silva, de 46 anos, foi acusado de intimidar eleitores, tentar subornar policiais e usar ilegalmente insígnias de segurança.

Brasileiro é detido em Miami após usar uniforme falso do ICE em local de votação

Danilo Silva, brasileiro de 46 anos, foi detido durante o primeiro turno da eleição presidencial brasileira após circular vestido como agente do Serviço de Imigração e Controle de Alfândegas (ICE) nas proximidades de um local de votação em Miami, nos Estados Unidos.

O caso ocorreu no campus de Kendall do Miami Dade College, onde brasileiros participavam da votação no domingo (4). Silva usava boné e jaqueta com identificação do órgão migratório, além de máscara, óculos escuros e botas táticas. As autoridades afirmam que ele abordava pessoas na área de votação e provocava medo entre os eleitores.

Abordagem policial

A polícia recebeu denúncias e passou a acompanhar os movimentos do brasileiro com agentes uniformizados e investigadores à paisana. A intervenção ocorreu depois que dois homens confrontaram Silva e um deles começou a gravar a situação.

Durante a abordagem, os agentes perguntaram se ele trabalhava para alguma agência federal de imigração. Silva negou atuar no ICE e disse que havia comprado as roupas pela internet. No relato às autoridades, classificou o uniforme como uma “fantasia” adquirida pela Amazon.

A investigação apontou que Silva havia chegado ao local para votar usando uma camisa da seleção brasileira. Depois da votação, ele teria voltado ao veículo, trocado de roupa e vestido peças que imitavam o uniforme do órgão de imigração dos Estados Unidos.

Acusações

Segundo o relatório policial, Silva elevou o tom durante a intervenção, ameaçou um dos agentes e afirmou que o investigador se arrependeria de prendê-lo. Ele foi levado ao sistema prisional do condado e encaminhado ao centro de detenção Turner Guilford Knight, em Miami-Dade.

As acusações incluem intimidação de eleitores, tentativa de suborno, uso ilegal de insígnias de forças de segurança e conduta desordeira. Durante a abordagem, Silva também teria oferecido dinheiro aos agentes para ser liberado e dito que poderia comprovar a transferência pelo celular.

O governo de Miami-Dade havia informado, antes da votação local de novembro, que policiais poderiam atuar nas áreas externas para organizar o trânsito e a circulação de pedestres. A orientação oficial estabelecia que os agentes não exerceriam funções dentro dos locais de votação nem participariam do processo eleitoral.

No caso de Silva, a polícia afirma que ele utilizou símbolos associados a uma agência federal sem fazer parte da instituição, e que sua presença gerou denúncias entre brasileiros que estavam no campus para votar.

Texto produzido pela Redação Ponto de Hoje com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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