Londrina, Terça-feira, 29 de setembro de 2026
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Embaixada dos EUA amplia recomendações sanitárias para quem vai a Cuba

Alerta menciona aumento de infecções gastrointestinais, problemas no abastecimento e falta frequente de medicamentos na ilha.

Embaixada dos EUA amplia recomendações sanitárias para quem vai a Cuba
Foto: Angelo Mastrascusa/Anadolu via Getty Images

A Embaixada dos Estados Unidos em Cuba orientou moradores e viajantes a reforçar os cuidados com água, alimentos e higiene após registrar aumento significativo de casos de diarreia no país. O aviso foi divulgado nesta sexta-feira (4/9) e relaciona as ocorrências à E. coli, ao norovírus, à Shigella e a outros patógenos gastrointestinais.

A representação afirmou que a deterioração das redes de água e energia compromete o fornecimento de água, a conservação de alimentos e a manutenção de temperaturas adequadas. O comunicado também informou que paracetamol, ibuprofeno e antibióticos frequentemente não estão disponíveis em Cuba.

As orientações recomendam evitar alimentos perecíveis que possam ter sido armazenados sem refrigeração adequada, como carnes, aves, frutos do mar, ovos e laticínios. Também é indicado não consumir produtos mantidos por muito tempo em temperatura ambiente, vegetais crus ou mal lavados e preparações cozidas que tenham sido resfriadas, guardadas ou reaquecidas sem controle apropriado.

Água e higiene

A embaixada orientou o uso de água comprovadamente segura para beber, escovar os dentes, fazer gelo e cozinhar. Água engarrafada ou tratada deve ser priorizada, com conferência dos lacres antes da abertura. A recomendação é não usar gelo cuja origem seja desconhecida nem água da torneira sem tratamento em bebidas ou alimentos.

Também foi indicado lavar as mãos com água e sabão antes das refeições e depois de usar o banheiro. O álcool em gel pode ter menor eficácia contra alguns agentes gastrointestinais, entre eles o norovírus.

O comunicado atribuiu a falta de infraestrutura às sanções dos Estados Unidos. A nota ainda relacionou os apagões ao agravamento da crise energética desde a captura do presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, pelos EUA. Cuba dependia majoritariamente do petróleo venezuelano, e as usinas termelétricas não conseguem produzir energia suficiente sem o combustível. A embaixada declarou que considera o país uma ameaça à segurança nacional dos EUA.

Texto produzido pela Redação Ponto de Hoje com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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