O cineasta Estêvão Ciavatta revisita o acidente que o deixou tetraplégico no documentário autobiográfico “No Passo da Cobra”. O longa acompanha o processo de reconstrução vivido por ele e aborda as mudanças na relação com o corpo e com o tempo.
Em novembro de 2008, aos 40 anos, Ciavatta caiu durante uma cavalgada. Depois do acidente, passou por um longo período de reabilitação, experiência que serve como ponto de partida para a narrativa do filme.
A natureza também integra o documentário e se relaciona à trajetória profissional do cineasta, formado em Engenharia Florestal e responsável pelo desenvolvimento de projetos ligados à sustentabilidade.
Em 2025, quase duas décadas depois da queda, Ciavatta escalou a Pedra da Gávea, no Rio de Janeiro. A experiência faz parte do longa e aparece como um dos momentos de sua trajetória após o acidente.
O documentário tem participações de Regina Casé, mulher de Estêvão Ciavatta, além de Paulo Niemeyer, Lúcia Willadino Braga, José Vicente Martins e Pai Celinho de Omulu.








