O tráfego de navios de carga pelo Estreito de Ormuz caiu na quinta-feira (24), com nove travessias registradas na passagem marítima. O total representa uma redução em relação às 14 movimentações contabilizadas no dia anterior e ficou abaixo da média recente de cerca de 18 embarcações em um período de dez dias.
Dados preliminares de rastreamento marítimo mostram que oito dos navios seguiram no sentido de saída do estreito. Apenas um realizou a entrada na região. O levantamento pode não refletir todo o movimento, porque algumas embarcações desligam os transponders enquanto navegam pelas vias marítimas para evitar o monitoramento.
Tipos de embarcação
Entre os navios que deixaram o estreito estavam diferentes modelos de petroleiros e cargueiros. A relação inclui um transportador de gás de grande porte navegando em lastro, condição em que a embarcação utiliza água como peso para manter a estabilidade do casco, sem transportar carga.
Também foi identificada a saída de um superpetroleiro de petróleo bruto de grande porte completamente carregado. Os demais navios que deixaram a passagem eram petroleiros de médio e pequeno porte, classificados como Panamax, Supramax e embarcações de curto e médio alcance.
No fluxo de entrada, a única movimentação registrada correspondeu a um navio de carga seca a granel da classe Handymax. A distribuição das travessias, com predominância de saídas, indica desaceleração e cautela nas rotas comerciais que passam pelo Estreito de Ormuz. O número efetivo de embarcações pode ser maior devido aos navios que não aparecem nos sistemas de rastreamento.








