Londrina, Terça-feira, 29 de setembro de 2026
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Vice do Conselho do Corinthians defende realização de assembleia na Justiça

Leonardo Pantaleão pediu ao TJ-SP a rejeição da tentativa de suspender a Assembleia Geral marcada para discutir mudanças no Estatuto.

Vice do Conselho do Corinthians defende realização de assembleia na Justiça

O vice-presidente do Conselho Deliberativo do Corinthians, Leonardo Pantaleão, apresentou nesta sexta-feira uma manifestação ao Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) para defender a realização da Assembleia Geral dos associados. A reunião vai discutir a reforma do Estatuto do clube neste sábado.

O documento responde ao pedido dos conselheiros vitalícios Ademir de Carvalho Benedito, Alexandre Husni e Guilherme Gonçalves Strenger, que solicitaram ao TJ-SP a anulação da decisão judicial de 11 de setembro. Essa decisão havia autorizado a realização da assembleia.

A disputa judicial começou em 9 de junho, quando a Justiça rejeitou o primeiro pedido de liminar apresentado pelos três conselheiros para suspender a reunião, então marcada para 20 daquele mês. Após recurso, eles obtiveram uma decisão favorável em 16 de junho, que suspendeu a assembleia.

Novas decisões sobre a assembleia

Em 18 de agosto, o presidente do Conselho Deliberativo, Romeu Tuma Júnior, convocou uma nova Assembleia Geral para 19 de setembro. Dois dias depois, os conselheiros voltaram à Justiça para pedir a suspensão do encontro. O pedido foi aceito em 25 de agosto pelo desembargador Maurício Campos da Silva Velho, da 4ª Câmara de Direito Privado do TJ-SP.

Em 11 de setembro, a Justiça autorizou novamente a realização da assembleia e determinou que apenas os 11 temas aprovados nas reuniões do Conselho Deliberativo fossem discutidos. A defesa de Pantaleão também contestou os argumentos usados para questionar a validade dessa decisão. Desde então, os conselheiros vitalícios fizeram outros dois pedidos de anulação, ambos rejeitados pelo TJ-SP.

A manifestação afirma ainda que a Justiça poderá avaliar posteriormente a validade do resultado da assembleia e das decisões aprovadas. A defesa também argumenta que uma eventual anulação na véspera poderia gerar consequências jurídicas diante da autorização judicial.

Pantaleão pediu que o último pedido de suspensão seja negado e que a decisão de 11 de setembro continue em vigor. Também solicitou a rejeição do pedido para suspender de forma geral a implementação de eventuais mudanças no Estatuto aprovadas na reunião.

Texto produzido pela Redação Ponto de Hoje com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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