Londrina, Terça-feira, 29 de setembro de 2026
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Tuma Júnior contesta ações para suspender assembleia sobre Estatuto do Corinthians

Presidente do Conselho Deliberativo afirma que votação reúne temas aprovados pelo colegiado e segue prevista para este sábado, no Parque São Jorge.

Tuma Júnior contesta ações para suspender assembleia sobre Estatuto do Corinthians

Romeu Tuma Júnior, presidente do Conselho Deliberativo do Corinthians, criticou novas medidas judiciais apresentadas por conselheiros vitalícios para tentar suspender a Assembleia Geral Extraordinária que discutirá mudanças no Estatuto do clube. A reunião está prevista para este sábado, 19, no Parque São Jorge, entre 9h e 17h.

Os pedidos foram apresentados por Ademir de Carvalho Benedito, Alexandre Husni e Guilherme Gonçalves Strenger. O trio tenta impedir a votação desde junho. Nesta sexta-feira, os conselheiros protocolaram um novo pedido de efeito suspensivo contra a decisão judicial da última quinta-feira.

Na decisão anterior, o desembargador Maurício Campos da Silva Velho, da 4ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de São Paulo, rejeitou o recurso que buscava suspender a assembleia. O vice-presidente do Conselho Deliberativo, Leonardo Pantaleão, também apresentou manifestação no TJ-SP em apoio à realização da reunião.

Temas que serão votados

Tuma Júnior afirmou que as propostas não são uma decisão individual da presidência ou de dirigentes, mas resultado de debate e votação no Plenário do Conselho Deliberativo. Em manifestação divulgada nas redes sociais, disse causar “surpresa institucional” a insistência de integrantes do próprio Conselho em recorrer à Justiça para impedir a deliberação dos associados.

A assembleia terá a votação dos 11 temas aprovados pelo Conselho Deliberativo. O texto-base da reforma foi rejeitado pelo colegiado. Entre os assuntos previstos estão o direito de voto para o associado de futebol, já para 2026; a redução do Conselho Deliberativo para 200 membros, sendo 150 eleitos e 50 vitalícios; e a adoção de candidaturas individuais para o órgão.

Também serão discutidas a redução do período de carência para votar para três anos, a criação de um sistema de dois turnos para a eleição de presidente e vice-presidentes e a eleição do Conselho de Ética pela Assembleia Geral. A pauta prevê ainda que o órgão tenha 11 membros eleitos pelos associados.

Outros pontos tratam da limitação dos membros natos do Cori aos últimos cinco ex-presidentes do Conselho Deliberativo e da diretoria, da mudança na periodicidade dos balancetes para prazo trimestral e da possibilidade de reeleição do atual presidente, como regra de transição. O último tema é a obrigação de a diretoria pagar as demandas do Conselho Deliberativo.

Regras para participação

A sentença proferida em 11 de setembro reconheceu a validade do procedimento realizado no Conselho Deliberativo e a regularidade da convocação. Também determinou que sejam submetidas aos associados apenas as matérias efetivamente aprovadas pelo colegiado, em correspondência com o que foi debatido.

Estão aptos a votar os associados maiores de 18 anos, admitidos há mais de cinco anos, exceto militantes e dependentes de qualquer categoria. É necessário estar em dia com todas as obrigações estatutárias.

Tuma Júnior afirmou que a assembleia é uma questão institucional e declarou que continuará respeitando as decisões do Poder Judiciário, ao mesmo tempo em que defenderá as decisões do Conselho Deliberativo e o direito dos associados de decidir sobre o futuro estatutário do Corinthians.

Texto produzido pela Redação Ponto de Hoje com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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