Londrina, Terça-feira, 29 de setembro de 2026
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Renan Santos convoca apoiadores após suspensão de propaganda e debates

Candidato do Missão diz esperar crescimento nas pesquisas e pede vídeos para compensar a suspensão de suas redes sociais.

Renan Santos aposta em crescimento após decisão de Toffoli e convoca apoiadores a gravarem vídeos: 'Produzam conteúdo aos milhares'
Foto: Daniel Teixeira/Estadão/Estadão

O candidato à Presidência Renan Santos (Missão) convocou apoiadores a produzir vídeos depois que o ministro Dias Toffoli, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), suspendeu a propaganda eleitoral digital da candidatura e a participação do candidato em debates. Renan afirmou que espera crescer nas pesquisas mesmo com a decisão.

A convocação foi divulgada em áudio publicado no perfil de Renan no Valete Plus na madrugada desta terça-feira, 1º. O candidato disse que a suspensão pode aumentar o interesse do público sobre sua candidatura e declarou: “Muita gente vai começar a querer saber quem eu sou”.

Renan pediu que os apoiadores publiquem vídeos explicando por que o apoiam e comentando a decisão judicial. “Produzam conteúdo aos milhares”, afirmou. Ele também solicitou que entre 10, 20 e 30 mil pessoas gravem vídeos durante dois ou três dias.

A decisão de Toffoli suspendeu ainda a participação de Renan em debates. Entre os eventos previstos está o Momento da Decisão, marcado para o dia 14 de setembro, às 22h, com os principais candidatos à Presidência, em debate promovido pelo Terra e outros 10 veículos.

Motivo da suspensão

Segundo a decisão, a candidatura não informou todos os perfis que seriam usados na propaganda eleitoral digital. Renan e o vice, Aroldo Medina, apresentaram o pedido de registro da chapa ao TSE em 7 de agosto. A lista de redes sociais foi complementada somente 12 dias depois, em 19 de agosto.

Ao todo, 16 perfis foram apresentados posteriormente à Justiça Eleitoral. Para Toffoli, a informação fora do prazo era relevante porque contas não declaradas poderiam permanecer submetidas aos sistemas de recomendação das plataformas. Com isso, conteúdos poderiam ser sugeridos a usuários que não acompanhavam a candidatura.

O ministro considerou que a omissão poderia dar vantagem à campanha enquanto os perfis ainda não estavam submetidos ao controle da Justiça Eleitoral.

Renan contestou a justificativa. Ele afirmou que a campanha enfrentou falhas no sistema usado pelo TSE para o cadastro das redes sociais, que os problemas foram comunicados ao tribunal e que outros candidatos também teriam enfrentado dificuldades. O candidato disse ainda que as informações foram corrigidas antes de qualquer solicitação do Ministério Público.

Texto produzido pela Redação Ponto de Hoje com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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