O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, afirmou que não pretende interromper a ofensiva contra o Hamas nem retirar as tropas de Gaza até que o grupo entregue todas as armas. A declaração ocorre em meio a críticas de palestinos à continuidade das operações militares.
Desde o anúncio de um cessar-fogo mediado pelos Estados Unidos, em outubro passado, os ataques israelenses mataram mais de 1,3 mil pessoas, conforme o Ministério da Saúde de Gaza, controlado pelo Hamas.
As Forças de Defesa de Israel informaram neste domingo (27) a morte de Muhammad Hamad Muhammad Gabain, identificado como comandante da ala militar do Hamas. A organização afirmou que ele esteve envolvido na retenção de reféns mantidos em cativeiro na Faixa de Gaza.
De acordo com a nota, Gabain participou da manutenção em cativeiro de nove reféns. O comunicado também atribui a ele ataques recentes contra tropas israelenses e civis de Israel, além de uma atuação para restaurar capacidades do Hamas.
Para as Forças de Defesa de Israel, essas atividades representariam uma violação do cessar-fogo. O governo israelense aceitou o acordo em outubro passado, mas, desde então, a ofensiva avançou ainda mais em Gaza.








