Londrina, Quarta-feira, 7 de outubro de 2026
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Spotify levará audiolivros a mais de 180 países até 2026

Expansão dará acesso a cerca de 350.000 obras em mais de 120 idiomas, incluindo português, e terá novos recursos para leitores.

Spotify levará audiolivros a mais de 180 países até 2026
Foto: Divulgação/Spotify

O Spotify anunciou que ampliará seu serviço de audiolivros para mais de 180 países até o final de 2026. Com a expansão, mais de 750 milhões de pessoas poderão acessar cerca de 350.000 obras literárias.

Atualmente disponível em 22 mercados, o serviço também passará a oferecer audiolivros em mais de 120 idiomas. Português, espanhol, italiano e polonês estão entre as línguas incluídas. O anúncio foi feito durante a Frankfurt Book Fair, realizada na Alemanha.

Acesso por assinatura e compra avulsa

No Brasil, em Portugal, no México, na Espanha, na Colômbia, na Polônia, no Chile, na Noruega, no Peru e em mais países, assinantes elegíveis do plano Premium terão direito a 12 horas mensais de audiolivros.

Para quem quiser ampliar o tempo de reprodução, será possível adicionar o Audiobooks+ ao plano e obter até 15h adicionais. O serviço já é a principal forma de acesso aos audiolivros em mercados como os da África, da Ásia e da Argentina. Os valores do Audiobooks+ e dos livros avulsos vão variar conforme o mercado.

Também será possível comprar títulos individuais, que permanecerão na biblioteca do usuário.

Novidades para leitores

O Spotify anunciou ainda o Page Match, recurso que permitirá continuar no aplicativo a leitura de um livro tradicional que já vinha sendo feita em texto. A ferramenta funcionará com livros físicos e digitais a partir da leitura do código de barras ISBN e terá suporte a mais de 30 idiomas.

A partir de novembro, assinantes do plano Universitário poderão adicionar o Audiobooks+ à assinatura na Irlanda, na Bélgica, na Áustria e na Finlândia. A companhia informou que pretende levar essa possibilidade a mais mercados.

O vice-presidente de audiolivros do Spotify, Owen Smith, afirmou que a expansão poderá ampliar o alcance de autores e editoras. “Os livros mudam a forma como vemos o mundo e as pessoas que nele vivem”, disse.

Texto produzido pela Redação Ponto de Hoje com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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