Londrina, Terça-feira, 29 de setembro de 2026
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Operadoras brasileiras preparam suporte ao iPhone Handoff da Apple

Claro, Vivo e TIM avaliam medidas para levar o recurso a clientes no país após a expansão internacional da ferramenta.

Operadoras brasileiras preparam suporte ao iPhone Handoff da Apple

Claro, Vivo e TIM já avaliam como disponibilizar o iPhone Handoff no Brasil, recurso da Apple que permite usar o mesmo número de telefone em dois iPhones. A ferramenta foi anunciada para o iOS 27, mas ainda não tem data definida para chegar a outros países.

A Claro informou que tomará as medidas técnicas necessárias para oferecer o recurso aos consumidores brasileiros assim que ele for liberado para novos mercados. A Vivo, por sua vez, disse que “estuda desenvolver a funcionalidade de ativação do eSIM em mais de um smartphone da Apple”. A TIM afirmou que pretende desenvolver a função “nos próximos meses”, sem estabelecer um prazo.

Como o recurso funciona

O número e as configurações de rede celular continuarão vinculados ao iPhone principal. Um segundo aparelho receberá um eSIM associado à mesma linha. Para usar o iPhone Handoff, os dois dispositivos precisarão executar o iOS 27 e estar vinculados à mesma Conta Apple.

A Apple anunciou que a novidade será disponibilizada inicialmente para clientes da T-Mobile, nos Estados Unidos, e da Telekom, na Alemanha. A liberação está prevista para 14 de setembro, data prevista para a chegada do novo sistema.

A empresa ainda não informou quando o iPhone Handoff será expandido para outros países. As operadoras brasileiras, contudo, já discutem os procedimentos necessários para viabilizar a tecnologia no mercado nacional.

Nos Estados Unidos, a T-Mobile cobrará US$5 por mês para ativar o recurso. A operadora também informou que seus serviços poderão ser usados no iPhone equipado com o eSIM adicional sem restrições. Esse modelo de cobrança poderá ser seguido por operadoras brasileiras, embora Claro, Vivo e TIM não tenham apresentado valores ou prazos para a oferta no país.

Texto produzido pela Redação Ponto de Hoje com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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