Londrina, Quarta-feira, 7 de outubro de 2026
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Votação reúne críticas ao governo Lula e disputas acirradas em estados

Candidatos ao governo de São Paulo, Rio, Pernambuco e Bahia destacaram pautas nacionais e projetaram vitória no primeiro turno.

Votação reúne críticas ao governo Lula e disputas acirradas em estados
Foto: Tiago Queiroz e Felipe Rau/Estad

A votação para o governo de São Paulo foi marcada por críticas ao governo Lula e pela defesa de uma reforma do Judiciário. Tarcísio de Freitas (Republicanos) e Fernando Haddad (PT) votaram na capital paulista e concentraram as entrevistas em temas nacionais, embora disputem o comando do estado.

Tarcísio criticou o excesso de gastos públicos do governo Lula, relacionando a política a juros altos. No Colégio Miguel de Cervantes, no Morumbi, também comentou a migração de votos úteis para Flávio Bolsonaro (PL). Ele estava acompanhado de Cristiane Freitas, Ricardo Nunes (MDB), Guilherme Derrite (PP) e André do Prado (PL).

Haddad votou em uma escola de Moema e afirmou que o Supremo Tribunal Federal (STF) influencia o debate eleitoral. O candidato defendeu uma reforma do Judiciário após a revelação de que parte dos ministros tinha envolvimento com o ex-banqueiro Daniel Vorcaro. Ele estava com Geraldo Alckmin (PSB), Marina Silva (Rede), Simone Tebet (PSB) e Ana Estela Haddad. Mais cedo, encontrou-se com Lula em São Bernardo do Campo.

A pesquisa Quaest divulgada no sábado, 3, apontou Tarcísio com 60% dos votos válidos, contra 36% de Haddad. O resultado indicava possibilidade de vitória no 1º turno.

Rio de Janeiro

Eduardo Paes (PSD) afirmou que o Rio de Janeiro atravessa a pior crise de sua história e defendeu uma mudança na condução do estado. Ele votou no Gávea Golf Club, na Zona Sul, acompanhado da mulher, dos filhos e de aliados. Paes liderava a pesquisa Quaest, com 51% dos votos válidos, enquanto Douglas Ruas (PL) aparecia com 43%.

Ruas descartou uma aliança com Anthony Garotinho (Republicanos) e disse que não havia compatibilidade entre as propostas. Ele votou no Instituto Cultural Amendoeira, em São Gonçalo, e acompanhou Flávio Bolsonaro durante a votação em Vila Isabel.

Pernambuco e Bahia

Em Pernambuco, Raquel Lyra (PSD) e João Campos (PSB) chegaram à votação em situação de empate técnico. A pesquisa Atlas/Intel apontava 48,9% para Raquel e 48,4% para Campos. A governadora votou em Caruaru, acompanhada dos filhos João e Nando, de Priscila Krause (PSD), Túlio Gadêlha (PSD) e Eduardo da Fonte (PP).

Campos votou no Recife ao lado de Carlos Costa (Republicanos), Victor Marques, Marília Arraes (PDT) e Humberto Costa (PT). O candidato associou sua campanha à de Lula e projetou uma vitória conjunta no estado, mas afirmou que caberia ao eleitor decidir entre o 1º e o 2º turno.

Na Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT) e ACM Neto (União Brasil) também disputaram em cenário apertado. A pesquisa Quaest indicou 52% para o governador e 48% para o ex-prefeito de Salvador. ACM Neto votou na UFBA e acusou adversários de distribuir material anônimo contra sua candidatura. Jerônimo votou em Salvador e criticou a gestão municipal da oposição em áreas como atenção básica, creches e transporte.

Texto produzido pela Redação Ponto de Hoje com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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