Nove suplentes de senadores podem assumir cadeiras no Senado sem disputar a eleição de 2026. A possibilidade existe porque os titulares estão na metade do mandato e concorrem aos governos estaduais. Se forem eleitos, os cargos serão ocupados pelos suplentes que integraram as chapas de 2022.
Projeções para o primeiro turno indicam vantagem para candidatos em Minas Gerais, Amazonas, Tocantins e Paraná. Em Alagoas e Mato Grosso, os senadores aparecem em cenário de empate técnico. Na Paraíba, no Acre e em Goiás, os postulantes enfrentam desafios na disputa.
Suplentes participam das campanhas
Com a perspectiva de chegar ao Senado, alguns suplentes têm investido nas campanhas dos titulares. No Paraná, Luís Felipe Cunha (União), advogado e suplente de Sergio Moro (União), doou R$ 500 mil à campanha do senador ao governo estadual. O valor é a maior contribuição feita por Cunha ao aliado até agora.
Em Minas Gerais, o suplente Alex Diniz (PL), empresário e sócio de uma rede de supermercados, pode assumir a cadeira de Cleitinho Azevedo (Republicanos). O senador lidera pesquisas contra Patrus Ananias (PT) e, caso seja eleito, abrirá espaço para o suplente.
No Amazonas, uma vitória de Omar Aziz (PSD) sobre Roberto Cidade (União Brasil) levaria a pedagoga e ex-vereadora Cheila Moreira (PT) ao Senado. No Tocantins, Professora Lu (União) assumiria a cadeira se Dorinha Seabra (União) vencer Vicentinho Júnior (PSDB).
Cinquenta e quatro senadores serão eleitos no domingo (4). Entre os candidatos, 32 parlamentares estão no fim do mandato e tentam a reeleição.








