Londrina, Terça-feira, 29 de setembro de 2026
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Política

Candidatura de Augusto Cury propõe isenção para medicamentos e dispositivos médicos

Representante do Avante criticou a reforma tributária e apresentou prioridades para a saúde nos primeiros 100 dias de governo.

Campanha de Cury defende que “saúde não deve ser tributada”

A campanha presidencial do escritor e psiquiatra Augusto Cury (Avante) propõe isenção tributária ampla para medicamentos, equipamentos e dispositivos médicos. A posição foi apresentada por Paula Távora, representante da candidatura, no Fórum Saúde, Diálogo e Desenvolvimento, realizado nesta 5ª feira (24.set.2026), em São Paulo.

Távora afirmou que a campanha pretende defender a retirada de tributos sobre os itens de saúde. Também criticou as regras da reforma tributária, que preveem redução de 60% nas alíquotas de IBS e CBS para medicamentos em geral e alíquota zero para produtos específicos. Para dispositivos médicos, a legislação estabelece tratamentos diferentes conforme os produtos e as operações.

A representante disse que as normas não são claras e questionou a cobrança tributária em diferentes etapas relacionadas aos dispositivos médicos, comparando o modelo ao pagamento de IPVA.

Prioridades para os 100 dias

A candidatura apresentou 3 eixos para a área da saúde. O 1º é ampliar a atenção primária em municípios pequenos e regiões remotas, com mapeamento e estruturação de unidades. A proposta também inclui reduzir a concentração dos serviços nas grandes cidades.

O 2º eixo prevê a adoção, na prevenção e no diagnóstico de doenças oncológicas, do modelo do Hospital de Amor, em Barretos (SP). O 3º é voltado à saúde mental, com atenção à neurodivergência e à integração entre os setores de saúde e educação.

A campanha também citou a longevidade como área de atenção, com defesa de políticas voltadas à funcionalidade da população idosa.

SUS, emendas e doenças raras

Sobre o financiamento do SUS, Távora disse que o principal problema do sistema está na gestão, e não na falta de recursos. A candidatura defende alterações na distribuição e no acompanhamento do dinheiro público destinado à saúde.

Para as emendas parlamentares, a proposta é criar sistemas de governança que exijam justificativas para a destinação dos recursos e prestação de contas sobre os resultados.

Na judicialização da saúde, a campanha propõe um departamento específico para doenças raras no Ministério da Saúde, com orçamento separado. A estrutura atenderia doenças preveníveis ou não e teria a função de organizar os recursos destinados a essa área.

Texto produzido pela Redação Ponto de Hoje com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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